sábado, 16 de março de 2013



Ao lermos atentamente e sem "armas" mentais essa descrição a partir do pensamento científico e não do pensamento criacionista, como poderíamos imaginar que tudo isso foi obra do acaso, do tempo e posteriormente da seleção natural?


12 “golpes de sorte” que permitiram o surgimento da vida na Terra

Esta é parte de uma matéria postada no Hypescience.com

      Não são poucos os astrônomos que dedicam tempo, energia e recursos em busca de evidências de vida em outros planetas espalhados pelas galáxias afora, e um número crescente de pessoas parece acreditar que não estamos sozinhos no universo.
     Mas você só está hoje lendo este texto e respirando neste mundo graças a um intrincado conjunto de condições ambientais, e sem qualquer uma das quais este planeta seria tão deserto quanto qualquer rocha cósmica por aí.
     Confira uma compilação de “acasos” que se juntaram para permitir a prosperidade dos seres vivos da nossa Terra:

12 – DISTÂNCIA EXATA PARA O SOL
A distância que separa a Terra do sol é de aproximadamente 150 milhões de km (uma Unidade Astronômica – UA). Se estivéssemos alguns milhões de quilômetros mais próximos, seria quente demais. Um pouco mais distantes, seria frio demais. A razão para haver esta zona habitável é simples: a temperatura é ideal para haver água em estado líquido.
11 – INFLUÊNCIA DA LUA
Você já parou para pensar que as primeiras formas de vida da Terra, que surgiram no mar, jamais teriam como alcançar o solo seco se o oceano fosse apenas um grande lago de água parada? E não é mais novidade que a lua é responsável por controlar as marés. Sem um empurrãozinho das ondas, é possível que a vida em nosso planeta ficasse restrita aos mares.
10– ROTAÇÃO
Se a rotação de nosso planeta não fosse regular, um dos lados estaria exposto aos raios solares permanentemente, enquanto o lado oposto jamais receberia esta benção. Obviamente, a vida seria inviável em qualquer uma das condições, com calor ou frio extremos. Dessa maneira, mesmo que você não goste de acordar de madrugada antes do sol nascer, ou que escureça à tardinha, é graças a isso que estamos aqui.
9– GRAVIDADE CONSTANTE
Grande parte dos conceitos físicos que permeiam a vida, de maneira geral, é possível apenas graças à famosa força de atração que Newton enunciou. A forma e o peso dos objetos só podem ser definidos devido a isso. Atividades básicas da vida, tais como movimentar objetos e os próprios corpos, seriam muito mais complicadas sem a gravidade.
8 – CAMPO MAGNÉTICO
Uma força invisível, mas facilmente comprovável, nos protege de sermos atingidos por partículas que o vento solar carrega até a Terra. Tal campo funciona, segundo as teorias mais aceitas, exatamente como um escudo. Tal escudo é formado a partir de uma linha circular, como um bolsão, traçada entre os polos magnéticos sul e norte da Terra. Sem esta proteção, estaríamos fritos. Literalmente.
7 – ZONAS TEMPERADAS
Compare o número de espécies animais das quais você já ouviu falar nas extremidades da Terra: provavelmente, não irá muito além de pinguins no polo sul, ursos no norte, além de alguns peixes exóticos que conseguiram se adaptar a condições tão adversas. Agora pense na tropical floresta amazônica: incontáveis variedades de bichos, desde pequenos insetos até grandes mamíferos. O fato de haver áreas atingidas pelo sol em quantidades equilibradas é considerado essencial para a manutenção da vida.
6 – ÁGUA, ÁGUA POR TODOS OS LADOS
Não é à toa que qualquer avanço na observação de possíveis fontes de água em marte ou na lua é sempre comemorado e incita novas investigações: a existência de água em estado líquido é um dos indicativos mais claros de condições para haver vida em um planeta. A Terra, com 70% de sua superfície coberta de oceanos, é privilegiada por essa razão.
5 – NÍVEL DO MAR ESTÁVEL
Ainda falando de oceanos: é realmente muita sorte que o nível geral do mar, sob condições normais, se mantenha estável. O fato de as águas não invadirem o continente com periodicidade e constância indefinidas facilita o estabelecimento de seres vivos em ambos os ambientes. É uma pena, no entanto, que esta situação esteja mudando para pior com o aquecimento global e o derretimento das calotas.
4 – PLANTAS VERDES
Uma interessante teoria afirma que a cobertura vegetal da Terra em seus primeiros milhões de anos pode ter sido roxa, e não verde. Apenas quando foi concluído o “esverdeamento” de nossos vegetais é que a vida animal teve condições de surgir. A razão para isso é muito simples: plantas verdes são sinais da existência de clorofila, que por sua vez é um indicativo de fotossíntese, que produz oxigênio para nós. Na época do planeta roxo, os vegetais usavam alguma outra molécula para seus processos biológicos.
3 – ELETRICIDADE
Há quase 60 anos, dois cientistas americanos simularam a origem da vida na Terra em laboratório, com o experimento batizado de Miller-Urey em homenagem a eles próprios. Os pesquisadores utilizaram, em estado primitivo, os gases e outros componentes químicos que estariam originalmente envolvidos no surgimento do primeiro ser vivo. A partir disso, foram-se criando os mais básicos aminoácidos, que dariam o pontapé inicial da vida na Terra. Como essas reações se ativaram? Segundo tal experimento, foi graças a descargas elétricas. Exatamente iguais às que hoje observamos pela janela em noites de trovoada.
2 – MOVIMENTOS GEOLÓGICOS
A existência de placas tectônicas é um ponto crucial, segundo as teorias mais aceitas, para que a vida no planeta pudesse se desenvolver. A constante movimentação da crosta terrestre a partir de vulcões e terremotos nos primórdios da Terra permitiu que houvesse maior circulação de componentes químicos importantes para tal surgimento. Se toda a superfície terrestre fosse agrupada em um único e estático bloco, estes eventos poderiam não ter acontecido jamais.
1 – O ESPAÇO A NOSSA VOLTA
Cientistas concordam que a Terra não “nasceu” com tudo o que era necessário para que tenhamos vida atualmente: alguns elementos, possivelmente até a água, foram trazidos de fora por gigantescos corpos celestes que colidiram com nosso planeta ainda nas primeiras etapas de sua formação. Além disso, o consenso básico é que a Terra jamais poderia abrigar vida se estivesse no vácuo: é necessário que ela esteja inserida no ambiente do sistema solar.

Você ainda acredita em acasos?

Carlos Carvalho
Pesquisador

sexta-feira, 15 de março de 2013




"Notícias" da vaziez humana


      O vazio existencial das pessoas de nosso planeta ficou tão evidente que só precisamos dar uma olhada na gama de notícias frívolas, ridículas, idiotas e sem nexo para percebermos essa realidade.

      Alguém sai com seu cachorro e vira notícia, outra leva o filho para passear e é fotografada, a careta de alguém vira clique, a opinião de gente que não tem absolutamente nada a dizer é publicada.

      A roupa de uma vira comentário, a particularidade de outro vira hit, se alguém soltar gases vira Youtube, jovens fazem de tudo para aparecer de qualquer forma e fazer algum tipo de "sucesso" e outros procuram imitar a tudo o que vêem porque não possuem nenhum referencial para suas vidas.

      A vaziez chegou ao cúmulo do ridículo e do absurdo, a falta de senso beira ao irracional, tem adolescentes na Ásia postando fotos com insetos na cabeça e uma jovem decepa a cabeça da mãe e depois se mostra rindo na rede com ela na mão.

      Sem Deus, sem Cristo, sem a referência da Palavra de Deus para a ética e a moral de suas vidas, o ser humano segue em frenética caminhada rumo ao caos existencial e buraco negro de suas almas cada vez absorvendo mais de si mesmo e caindo em escuridão total.


Bp.Carlos Carvalho
CBBI


Descobertas da NASA e a relação com Gênesis

A NASA fez descobertas que provam que a Bíblia é cientificamente precisa em relatos da criação, diz o autor Paul Hutchins.

Em 2004, astrônomos usando o Spitzer Space Telescope, sondaram os discos de poeira que circundam estrelas jovens a procurar os primeiros sinais da formação de sistemas planetários. O que eles descobriram coincide com a descrição bíblica da formação da Terra. "Por gerações a declaração em Gênesis 1:2  que “a terra era sem forma e vazia ", não fazia nenhum sentido para os estudiosos da Bíblia ou cientista até agora", diz o autor  Paul Hutchins .
De acordo com dados reunidos a partir dos cientistas do disco proto-planetário  em torno do sistema de estrelas CoKu Tau 4, na constelação de Touro, planetas como a Terra em formação, tinham escuridão de sobra, resíduos e detritos de sua estrela central, coincidindo com a descrição de Gênesis de a terra ser sem forma e ter resíduos em seus estágios iniciais de desenvolvimento.
Ao analisar os dados da NASA sobre este processo e comparando-a com a breve descrição de Genesis da formação da Terra, a descrição da Bíblia é incrivelmente precisa tendo em vista o fato de que a palavra hebraica traduzida "dia"  (yom)  pode significar vários períodos de tempo, e não apenas um período de 24 horas.
Descobertas da NASA também revelou que como um planeta amadurece dentro de seu casulo empoeirado gradativamente suga toda a poeira entre ele e o sol. Os estágios iniciais deste processo correspondem a declaração em Gênesis 1:3 para, um dia: "Haja luz". (Luz difusa) Somente nos últimos estágios de formação do planeta iria dirigir a luz do sol, já existente, à lua e as estrelas visíveis da Terra.
Esta informação corresponde a Gênesis 1:16 para o dia quatro, quando vistos no contexto do idioma hebraico. "E Deus passou a fazer ('a-sah') os dois grandes luminares ...., e também as estrelas." (A palavra hebraica  'a-sah'  não significa criar, mas sim para realizar, ou levar a termo).
Dados da NASA mostram que a terra foi formada a partir de resíduos e detritos do sol, e que a luz surgiu lentamente em etapas, na forma exata como descrito em Gênesis. A percepção de Gênesis que diz que a Terra foi criada em primeiro lugar, e o sol, a lua e as estrelas, foram criados no quarto dia. Descobertas do Spitzer desvendaram esse mistério há muito tempo, e removeram muita confusão sobre Gênesis, provando que a Bíblia é cientificamente precisa quando lida no contexto de sua linguagem original, o hebraico.

FONTE Autor Paul Hutchins / PR Newswire

Disponível em: http://www.prnewswire.com/news-releases/nasa-discovery-proves-the-bible-scientifically-accurate-says-author-paul-hutchins-196847091.html


Em Deus não há acepção de pessoas.
Romanos 2.11
“Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas”.

Este é um texto interessante, principalmente porque ele aparece exatamente aqui, no contexto de Romanos 2. Neste capítulo, a temática é que aqueles que conhecem a lei de Deus (judeus) e os que não conhecem (gentios) estão todos na mesma situação quando se refere ao juízo de Deus sobre os homens.
O texto nos informa que qualquer que pratica a lei de Deus, seja por conhecê-la (judeus) ou apenas por agir corretamente sem conhecer seus detalhes (gentios), isto será levado em conta no dia do julgamento de todos os seres. Isto significa que a despeito de nossas concepções teológicas restritas, Deus tem uma maneira só dele de julgar.
Essa frase só aparece seis vezes no Novo Testamento, em Atos 10.34, aqui em Romanos, em Efésios 6.9, em Colossenses 3.25, em Tiago 2.1 e 1 Pedro 1.17, mas somente aqui ela destaca algo que os outros textos não nos informam. Este é um texto de acusação e não de defesa das igualdades étnicas. Um texto que revela o destino de todos e não apenas de um grupo em particular.
Quando Paulo diz que Deus não faz acepção de pessoas, ele se refere a toda a classe humana que é igual aos olhos de Deus na questão do julgamento das ações dos homens, ou seja, não se trata de uma defesa da igualdade humana diante de Deus, como alguns gostam de mencionar, mas uma igualdade de condenação e de justiça divina sobre eles.
Direi de outro modo. O contexto anterior e posterior do versículo nos mostra que qualquer pessoa será tratada igualmente pela sentença do julgamento de Deus. Em resumo, tanto o que crê em Deus, como o que não crê, o judeu, o não-judeu, o cristão, o muçulmano, tanto o budista como o ateu, independente de suas crenças pessoais, se aceita a existência de Deus ou não, independente se crê no Deus revelado nas Escrituras ou não, todos serão igualmente julgados por Ele ao final.
É nisto que não há acepção de pessoas. É nisto que todos são iguais perante a face de Deus. O texto não defende aqui uma igualdade e fraternidade entre os homens, nem faz apologia à unidade da humanidade, nem à paz entre os homens, mas sim declara que todos, sem exceção, serão igualmente julgados por suas ações a favor ou contra o modelo ético e moral que Deus deu aos homens: a sua lei.
É claro que em parte dos outros textos que mencionei há a referência sobre a igualdade e a fraternidade entre todos os seres humanos, mas não neste aqui. Isto significa que o conceito bíblico de “não há acepção de pessoas” é bem mais amplo do que estamos acostumados a pensar. Todos os homens são iguais perante Deus, por isso também todos serão um dia julgados igualmente por Ele.

Carlos Carvalho

quinta-feira, 14 de março de 2013




Até hoje ainda é assim!

Marcos 14:53-59

“E levaram Jesus ao sumo sacerdote, e ajuntaram-se todos os principais dos sacerdotes, e os anciãos e os escribas.
E Pedro o seguiu de longe até dentro do pátio do sumo sacerdote, e estava assentado com os servidores, aquentando-se ao lume.
E os principais dos sacerdotes e todo o concílio buscavam algum testemunho contra Jesus, para o matar, e não o achavam.
Porque muitos testificavam falsamente contra ele, mas os testemunhos não eram coerentes.
E, levantando-se alguns, testificaram falsamente contra ele, dizendo:
Nós ouvimos-lhe dizer: Eu derrubarei este templo, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens.
E nem assim o seu testemunho era coerente”.

Quero destacar algumas palavras deste texto para chamar sua atenção: “testemunho contra”, “testificavam falsamente”, “não eram coerentes”. Como disse no título, ainda hoje é exatamente assim. O que o mundo que não conhece a revelação da palavra de Deus escreve e fala contra ele é no mínimo ridículo, mas semanalmente são produzidos texto e reportagens que tentam diminuir ou ridicularizar a figura de Jesus.
Revistas conceituadas (até que ponto?), jornais que são considerados sérios, editoras que são respeitáveis no lançamento de seus livros, todos, sem exceção, publicam algo contra a pessoa de Jesus, se não acreditando no que publicam, o fazem por dinheiro, pois o lucro deste tipo de material é certo.
Mas aqui está o cerne da questão: a própria pessoa de Jesus. Há uma discussão acadêmica que se arrasta por algum tempo se o Jesus histórico é o mesmo Jesus mítico ou o Cristo mostrado nas Escrituras e, se depender de alguns “eruditos”, essa questão nunca terminará, pois suas carreiras foram construídas em torno desta tese.
Eis aqui alguns fatos reais: 1) ninguém em sã consciência desacredita que Jesus tenha de fato existido. 2) nenhum teólogo sério arriscaria a declarar que os textos do Novo Testamento não foram todos eles escritos no primeiro século. 3) nenhum arqueólogo poderia afirmar que algo do que está descrito no Novo Testamento não é material histórico. 4) nenhum especialista em documentos históricos e na própria História poderia dizer que a forma como foi escrito os textos do NT não refletem o estilo da época. E por aí vai.
O que temos hoje de escritos e produção contra a pessoa de Jesus é a mesma velha técnica e prática antiga de descrédito empreendida pelos religiosos invejosos e homens malignos da época em que o Senhor viveu. O pior de tudo é que aquelas falsas “provas” foram suficientes para levá-lo à morte, mesmo não tendo nada contra ele.
Nos nossos dias, a mídia geral bombardeia o povo com imagens distorcidas, falsa documentação, falsas provas, as ridículas “novas evidências apontam”, o ressurgir dos livros apócrifos que foram banidos a muito tempo por não serem coerentes com os textos que a igreja dispunha, e somado a tudo isso, ainda temos um ateísmo militante que vocifera palavras agressivas e ódio mortal contra Cristo e seus seguidores.
Os tempos mudaram, mas os homens continuam os mesmos. A tecnologia é a única coisa que de fato “evolui” no mundo, mas os seres humanos se distanciam da própria humanidade a cada dia. Se isso é uma realidade à medida que o tempo avança, não é estranho que o ser humano produza suas “provas e evidências” contra Deus e o seu Cristo. Mas o texto nos indica a mesma verdade: “E nem assim o seu testemunho era coerente”.

Graça e paz de Deus Pai, do Senhor Jesus Cristo, no amor do Espírito Santo a todo o rebanho de Deus.

Bp. Carlos Carvalho
CBBI



O PROBLEMA DA FUGA DO HÉLIO
Larry Vardyman, Ph.D.

A explicação padronizada evolucionista-uniformitariana da origem da atmosfera da terra é a soltura de gases de combinações voláteis da terra sólida,¹ e a sua modificação através da fuga de gases e processos biológicos.2 Supostamente, esses processos ocorreram num período de 4,5 bilhões de anos. Muitos problemas, contudo, surgem quando tentamos reconciliar a composição e os processos, na atmosfera de hoje, com os princípios básicos desse modelo. Por exemplo, a composição de nenhuma atmosfera planetária, no sistema solar, combina com o pressuposto material primordial, que supostamente teria formado a original nebulosa, mesmo depois que complexos roteiros de aquecimento, recombinações, soltura de gases e fuga são considerados. A controvérsia continua quanto à atmosfera original da terra, se era redutora ou oxidante. Não sabemos com certeza como o dióxido de carbono mantém o seu equilíbrio ou por que o dióxido de carbono mantém o seu equilíbrio ou por que ele aumentou nos últimos anos, nem está claro por que o metano é tão abundante na terra.

Um dos problemas mais intrigantes do modelo evolucionista tem sido a tentativa de explicar por que não existe maior quantidade de hélio na atmosfera de hoje, se a terra já existe há 4,5 bilhões de anos. Este artigo vai explorar esse problema e sugerir uma alternativa para o modelo evolucionista.

Fontes de Hélio

A atmosfera da terra é predominantemente de nitrogênio (78%) e oxigênio (21%). Também contém muitos outros constituintes menos importantes. O quadro no 1 apresenta alguns deles segundo Walker.
O modelo evolucionista-uniformítariano da origem da atmosfera presume que não houve gases primordiais, mas que eles todos foram soltos pela terra sólida. Uma das fontes do hélio na atmosfera de hoje são, segundo geralmente se aceita, os processos em andamento na crosta terrestre. A decomposição radioativa do urânio e do tório, na crosta terrestre, produz 4He, um dos isótopos do hélio, que se filtra para a superfície e subseqüentemente se mistura à atmosfera. O fluxo do hélio, através desse processo, é calculado em cerca de 2x106 átomos/cm2-seg3. Essa é uma média calculada porque a composição exata da crosta e do envoltório da terra não é conhecida e, portanto, a média exata da decomposição do urânio e do tório também é desconhecida. As estimativas são baseadas em médias medidas e calculadas do fluxo do calor e réplicas composicionais da terra. O fluxo do calor da terra pressupõe-se causado por um calor inicial da formação da terra e a decomposição radioativa do urânio, do tório e do potássio.

Quadro no 1
Composição da Atmosfera

Nitrogênio
N2
28,013
78,084
3,866x 1021
Oxigênio
O2
31,999
20,948
1,185x1021
Argônio
Ar
39,948
0,934
6,59 x1019
Vapor de Água
H2O
18,015
variável
1,700x 1019
Dióxido de Carbono
CO2
44,010
0,0315
2,450x 1018
Neônio
Ne
20,183
1,818x10-3
6,48 x1016
Hélio
He
4,003
5,24 X 10-4
3,71 x1015
Criptônio
Kr
83,80
1,14 X 10-4
1,69 x1016


A quantidade de argônio na atmosfera, pressupõe-se totalmente retida na atmosfera depois da decomposição radioativa do potássio, e permite fazer estimativas máximas do fluxo do hélio. Infelizmente a pressuposição da idade avançada da terra está abaixo das estimativas do fluxo de calor e do acúmulo de argônio na atmosfera também. Essa pressuposição afeta igualmente o cálculo do acúmulo de hélio. Medidas diretas de hélio, atualmente feitas, podem ajudar a melhorar essas estimativas.

Há duas fontes possíveis de outro isótopo de hélio, 3He, na atmosfera. Ele é produzido por colisões dos neutrons dos raios cósmicos com chumbo, que leva à formação de trítio, que então se decompõe em 3He. O trítio e o 3He também são injetados diretamente na atmosfera pelo vento solar. A concentração atualmente observada de 3He poderia ter sido fortemente afetada se a terra fosse rodeada por um teto de vapor de água até cerca de 4.000 anos atrás, conforme foi sugerido por Vardiman4 e outros.
A concentração de 3He seria muito maior se um teto de vapor existisse, resultando em uma alta concentração residual nos dias de hoje.

A abundância de neônio na atmosfera ajuda a estabelecer um limite mais alto para os gases que podem ter sido incorporados pelo sol. O neônio, como o argônio, é demasiadamente compacto para ter escapado da atmosfera da terra. Comparando o neônio com o fluxo do 3He do sol, calcula-se que cerca de 10 3He átomos/cm2 .seg. são injetados na atmosfera.3

Usando esses fluxos calculados de hélio, a atual abundância do 4He acumular-se-ia em 1,8 milhões de anos. Apenas 370 mil anos seriam necessários para suprir a atmosfera com o seu atual conteúdo de 3He. Mesmo no caso de 4He, ainda seria 3.000 vezes pouco demais. O hélio deve estar escapando da atmosfera, de alguma forma, para que o modelo evolucionista seja real. Caso contrário, haveria uma quantidade muito maior de hélio atualmente.

Fuga Térmica do Hélio

O processo principal que foi considerado para explicar a excessiva perda de hélio pelos teóricos da idade avançada da terra, é a fuga térmica. Esse é o processo pelo qual pequenas moléculas de gás ou átomos podem fugir da atração gravitacional de um planeta se ultrapassarem à velocidade de fuga. A teoria para a fuga térmica foi desenvolvida pela primeira vez por Jeans5. Uma quantidade significativa de esforços foram empregados na aplicação dessa teoria da fuga do hélio terrestre nos 25 anos passados (veja MacDonald e Walker).

A velocidade média da fuga térmica de 4He foi calculada ser em cerca de 6x104 átomos/cm2 .seg. A atual abundância de 4He na atmosfera ainda se acumularia em cerca de dois milhões de anos. A razão da fuga térmica de 3He foi calculada ser em cerca de 4 átomos/cm2.seg., também muito menos do que o seu influxo calculado.

A velocidade da fuga do hélio, descobriu-se, ser dependente da velocidade de perda na região de elevada pressão atmosférica e não em sua difusão ascendente. A principal variação que afeta a perda de hélio é a temperatura na base da exosfera, a região da atmosfera na qual as colisões entre as moléculas ou átomos de gás são insignificantes. Se a temperatura fosse cerca de 2.000 K ou mais, a velocidade da fuga poderia possivelmente explicar a perda de 4He. Contudo, a temperatura é normalmente menor que 1.500 K, o que provoca uma velocidade de perda muito menor. Se a temperatura na base da exosfera fosse suficientemente elevada para explicar a perda de 4He, a perda de 3He ainda assim não combinaria com o seu influxo. Na verdade tem-se demonstrado que nenhuma temperatura pode ser mantida para que ambos os fluxos, 3He e 4He, permaneçam em equilíbrio. Depois de muitos anos de pesquisas sobre o assunto, chegou-se, agora, à conclusão de que só a fuga térmica não pode explicar a perda de hélio na atmosfera da terra.2,3,6,7

Fuga Não-Térmica de Hélio

Se uma pessoa está convencida de que a idade da terra é de cerca de 4,5 bilhões de anos e a atual quantidade de hélio na atmosfera levaria cerca de 2 milhões de anos para acumular-se, então deve haver algum outro processo de perda adicional à fuga térmica. Algumas sugestões foram feitas. Três das sugestões mais populares são as seguintes: 1) o vento polar; 2) o vento solar; 3) permuta de íons aquecidos.

O vento polar é uma expansão magnetohidrodinâmica no espaço do plasma ionosférico em elevadas altitudes perto dos pólos, onde o campo geomagnético é forçado "correnteza abaixo" pelo vento solar. Os íons são puxados através de linhas abertas do campo magnético pelo campo elétrico de separação de cargas. A elevadas altitudes, os íons positivos são suficientemente acelerados pelo campo elétrico para escapar e não se estabelecer o equilíbrio difusivo. O processo parece ser relativamente eficiente para a remoção do hidrogênio de um planeta, mas ainda não se demonstrou de maneira adequada que faz o mesmo com o hélio. A ação do vento solar é um processo em que o plasma do vento solar varre íons quando sopra através de um planteta não-magnetizado. Isso parece ser importante em Vênus e Marte, que têm campos magnéticos fracos, mas não na Terra. A permuta de íons aquecidos é um processso, através do qual, um íon energético, transfere sua energia cinética para um íon neutro de hélio, que então escapa. A permuta de íons aquecidos é considerada como o melhor candidato para explicar a fuga do hélio terrestre, embora a razão da transferência pareça baixa demais. Nenhuma das médias desses processos propostos foi exatamente quantificada houve até mesmo o início de observações adequadas para se confirmá-las ou negá-las. Chamberlain declara que o problema da fuga do hélio "não vai desaparecer e não está resolvido7."

Um Modelo de Terra Jovem

Uma alternativa óbvia ao modelo evolucionista, mas que se opõe à pressuposição básica do modelo evolucionista-uniformitariano, é que a atmosfera da terra é relativamente jovem (menos de 10.000 anos). O hélio que observamos na atmosfera é primordial, com aumentos, possivelmente menores, devido à decomposição recente de urânio e tório radioativos na crosta terrestre e algumas conseqüências desconhecidas do colapso de um teto de vapor durante o dilúvio.4

Se a razão do afluxo e defluxo do hélio na atmosfera terrestre não está em equilíbrio, então poderíamos calcular o tempo, quando acontecimentos como o dilúvio de Noé entraram em choque com a concentração do hélio. Os cálculos rudimentares deste artigo já demonstraram períodos relativamente curtos para a acumulação de hélio. Tais estudos já foram feitos para o carbono radioativo por Lingenfelter8, Cook9 e Whitelaw10.

Conclusão

O estudo dos processos de afluxo e defluxo de gases como o hidrogênio, hélio, argônio, neônio e criptônio pode levar a melhores estimativas da idade da atmosfera da terra.
Os modelos evolucionistas-uniformitarianos da atmosfera da terra encontram obstáculos formidáveis para explicar esses processos. Nós cremos que a fonte desses problemas é a pressuposição de que a atmosfera da terra tem bilhões de anos de idade.
A pesquisa à luz dos processos em uma atmosfera jovem, processos esses que podem ter sido significativamente modificados por um dilúvio recente de extensão mundial, levaria à solução do problema do hélio.


Referências

1. Rubey, W.W., "Geologic history of sea water," Bull. Geol. Soc. Am., 62, 1951, pp. 1111-1147.
2. Walker, J.C.G., Evolution of the Atmosphere, Macmillan, 1977, 318 pp.
3. MacDonald, G.J.F., "The escape of helium from the earth's atmosphere," The Origin and Evolution of Atmospheres and Oceans
Ed. by P.J. Brancazio and A.G.W. Cameron, 1964, pp.127-182.
4. Vardiman, L., "The sky has fallen," ICR Impact no 128, 1983.
5. Jeans, J. H., The Dynamical Theory of Gases, Cambridge U. Press, 1916, (4th Ed, 1925).
6. Cook, M.A., "Where is the earth's helium?," Nature, 179:213 (1957).
7. Chaberlain, LW., Theory of Planetary Atmospheres, Academic Press, 1978, 330 pp.
S. Lingenfelter, R.E., "Production of C-14 by Cosmic Ray Neutrons,'' Rev. of Geophys., 1, 1963, p. 51.
8. Lingenfelter, R.E., "Production of C-14 by Cosmic Ray Neutrons", Rev. of Geophys., 1, 1963, p.51.
9. Cook, M.E., "Do Radological Clocks Need Repair?," Creation Research Soc. Quart., Vol. 5, 1968, p. 70.
10. Whitelaw, R.L., "Radiocarbon Confirms Biblical Creation," Creation Research Soc. Quart., Vol. 5, 1968, p. 80.


Carlos Carvalho
Pesquisador

quarta-feira, 13 de março de 2013




Aspirina (ácido acetilsalicílico) e a contribuição cristã para a sua criação.

A 27 de fevereiro de 1900 a aspirina foi patenteada pela famosa farmacêutica alemã Bayer e por Felix Hoffman, o inventor do composto ácido acetilsalicílico.
O ácido acetilsalicílico é o fármaco mais associado com plantas, embora seja uma substância sintética. A sua síntese, no entanto, foi totalmente feita com base na estrutura química de uma substância natural isolada do salgueiro branco, a Salix alba.
A Aspirina é, desde então, o fármaco mais utilizado em todo o mundo. Além de ter propriedades antipiréticas, analgésicas e anti-inflamatórias, é também utilizado na prevenção de ataques cardíacos e angina de peito.
O composto foi descoberto, no dia 10 de agosto de 1897, por Felix Hoffmann que trabalhava na empresa farmacêutica alemã Bayer. Na altura em que se reformou, em 1928, a sua descoberta era já um sucesso internacional. No entanto, o inventor da Aspirina manteve-se no desconhecimento público, vindo a falecer em 1946, na Suíça.
No século V a.C., Hipócrates, médico grego e pai da medicina científica, escreveu que o pó ácido da casca do salgueiro ou chorão (que contém salicilatos mas é potencialmente tóxico) aliviava dores e diminuía a febre. Esse remédio também é mencionado em textos das civilizações antigas do Médio Oriente, Suméria, Egito e Assíria. Os nativos americanos usavam-no também para dores de cabeça, febre, reumatismo e tremores.
Um clérigo do século 18, o Reverendo Edward Stone, da Igreja Anglicana, de Chipping Norton no condado de Oxford, Reino Unido, redescobriu em 1763 as propriedades antipiréticas da casca do Salgueiro e as descreveu de forma científica. Ele escreveu um relatório sobre como a preparação de pó de casca de salgueiro parecia beneficiar 50 pacientes com malária e outras doenças.
Persistem dúvidas se foi Felix Hoffmann (como afirma a Bayer) ou Arthur Eichengrun (de acordo com vários peritos) que inventou o método que criou o ácido acetilsalicílico. A Bayer perdeu a marca registrada Aspirina em muitos países após a Primeira Guerra Mundial, como reparação de guerra aos países aliados.
John Vane, do Royal College of Surgeons, demonstrou pela primeira vez o mecanismo de ação do ácido acetilsalicílico, em Londres,1971. Ele viria a receber o Prêmio Nobel da Medicina e Fisiologia pela sua descoberta em 1982.
É provável que a aspirina tenha ainda mais benefícios que não foram descobertos ainda.
Carlos Carvalho
13 de março de 2013
Fontes:
pt.wikipedia.org

segunda-feira, 11 de março de 2013


Este é um pequeno trecho de uma mensagem do Dr. John Haggai, que foi tema de um dos Congressos que seu Instituto realiza em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.





O campo magnético da Terra

O campo magnético do planeta apóia a ideia de uma Terra jovem. Um forte campo magnético é crucial para a vida, como se sabe. Ele forma uma cobertura protetora sobre a Terra, bloqueando a radiação cósmica nociva que continuamente bombardeia o planeta.
Observações feitas no campo magnético da Terra ao longo dos últimos 150 anos têm mostrado que ele tem decrescido de intensidade. Tem sido constatado que desde 1829 a força do campo magnético diminuiu cerca de 10 a 15%.
Foi calculado que a meia-vida do campo magnético é de cerca de 1.400 anos, significando que ele decai à metade de sua intensidade a cada catorze séculos. Se ele se tornar fraco demais, a vida não será possível. Se a Terra fosse tão antiga como assevera a teoria evolucionista, o campo magnético seria inexistente a essa altura.

sábado, 9 de março de 2013




Precisa-se de mestres da Palavra

"E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês?
E ele disse: Como poderei entender, se alguém não me ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse." 

Atos 8:30-31

Se existe um momento histórico no qual mais somos necessitados de verdadeiros mestres da Palavra de Deus, esse é o tempo no qual vivemos.
A imensa quantidade de indivíduos que se arvoram pregadores e ensinadores da Bíblia cresceu tanto que não se tem mais nenhuma forma de controlar as coisas heréticas que são bombardeadas no seio da comunidade da fé cristã.
Claro que Jesus e os apóstolos já haviam antecipado por palavra profética os dias em que esses falsos mestres e profetas estariam passeando livremente na igreja pervertendo a fé de muitos. isso não é novidade.
As pessoas em nosso tempo, por mais acessos ao conhecimento que tenham, estão profundamente necessitadas do verdadeiro conhecimento bíblico, de conhecer o Cristo e o Deus revelados nas Escrituras de forma íntegra, sem parcialidades.
Felipe é o nosso exemplo, não apenas de um evangelista-diácono, mas de um homem que está preparado a qualquer momento para trazer luz ao entendimento daqueles que leem a Bíblia e os seus textos, sem contudo, compreendê-la bem.
O versículo 35 deste capítulo é maravilhoso:

"Começou então Filipe a falar, e, principiando por essa passagem da Escritura, anunciou-lhe Jesus." 

É exatamente disso que precisamos, de homens conhecedores das Escrituras, que em qualquer parte dela saibam explicá-la e levar o entendimento da revelação de Jesus Cristo a todos os que assim o desejarem.

Graça e paz de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo a todas as ovelhinhas de Deus


Carlos Kleber Carvalho