terça-feira, 12 de julho de 2016

Registros Cronológicos Antigos - Parte 1


REGISTROS CRONOLÓGICOS ANTIGOS (Parte 1)

David C. C. Watson
ICR Midwest Center, 207 North Washington. Wheaton. Illinois 60187. USA.

Mostra-se neste artigo que não só as Escrituras, mas também as obras dos escritores pagãos da antiguidade, apontam para um mundo recente, originado há não mais de poucos milhares de anos. Muitas citações são aduzidas para comprovar essa afirmação. Os antigos também não criam em evolução ao acaso, mas sim, em sua maior parte, na fixidez das espécies, e, em praticamente em sua totalidade, no resultado de um planejamento inteligente no mundo ao nosso redor.

Lembro-me de uma conversa mantida com o notável arqueólogo Sir Mortimer Wheeler durante um cruzeiro pelo Mediterrâneo em 1965. Perguntei-lhe “O que pensa sobre o ano 4.004 a.C. como data do início da civilização?” Estávamos inclinados sobre a amurada do navio, olhando para o mar. Seus olhos brilharam ao se endireitar em seu um metro e noventa, segurar seu cachimbo e resfolegar: “Essa ideia, de há muito já a trituramos ... pulverizamos ao vento”

Mais tarde visitei o túmulo do Arcebispo Ussher, na Abadia de Westminster. (Certamente todos se lembram que Ussher foi quem divulgou o ano de 4.004 a.C. como a data da criação). Seu belo epitáfio, em latim, diz:

“Dentre os eruditos foi o mais santo,
Dentre os santos, o mais erudito”

Entretanto, a pergunta hoje é: estava ele certo? (Charles Darwin também foi sepultado na Abadia de Westminster, entretanto o que isso significa?) Consideraremos a questão sob dois aspectos -registros antigos extra-bíblicos, e intra-bíblicos.

I - REGISTROS ANTIGOS EXTRA-BÍBLICOS

A concordância de Roberto Young apresenta trinta e sete computações distintas para a data da criação. Destas, trinta são baseadas na Bíblia e sete derivadas de outras fontes - árabe, hindu, babilônica, chinesa, egípcia, persa e abissínia. É interessante observar que nenhuma delas desloca a data para antes de 7.000 a.C.

Se o homem tem vivido neste planeta por dois milhões de anos, como suposto pelos evolucionistas, parece muito estranho, de fato, que antigas civilizações, que dispuseram de excelentes astrônomos e arquitetos, não tivessem deixado nenhum registro sequer de sua própria história anteriormente a essa data arbitrária. Todos os mitos e lendas, bizarros que sejam, falam de criação instantânea há poucos milhares de anos.

Veremos em breve numerosos escritores antigos que confirmam essa nossa opinião. Primeiramente, porém, é interessante ver como os evolucionistas tentam contornar essa anomalia. Ridpath, por exemplo, em “Great Races of Mankind” (Nova York, 1877) escreve:

“Nenhuma criança marca seu aparecimento no mundo fazendo um registro para a posteridade ... não devemos, portanto, esperar encontrar qualquer evidência no início da história quanto à data do aparecimento do homem” (página 132).

Observe a falsa analogia: crianças recém-nascidas não elaboram diários, portanto o Homo sapiens não poderia ter escrito sua própria história! Entretanto, crianças recém-nascidas não fazem uma série de coisas que nos é dito terem sido feitas por Adão, como por exemplo, comer frutos, dar nome aos animais, e ser submetido a uma operação cirúrgica para receber uma companheira ... Se, por outro lado, ele tivesse sido criado perfeitamente adulto, e recebido as estrelas para medirem o tempo, a dificuldade desaparece. Adão, sem dúvida, teria tido uma perfeita memória visual, de tal forma que a contagem dos anos não lhe teria apresentado nenhum problema. Vejamos, contudo, o que nos ensina o mundo antigo, extra-bíblico, a respeito da origem do homem.

O “Rig-Veda” é um dos mais sagrados livros da Índia, escrito em sânscrito em torno do ano 1.000 a.C. No Livro X, 90, encontramos este trecho:

Daquele grande sacrifício geral ... nasceram os cavalos, e todos os animais com duas fileiras de dentes; dele foram gerados os bovinos, dele nasceram os carneiros e as cabras. Quando dividiram Purusha (= espírito incarnado, ou homem personificado) quantas partes fizeram? Como chamaram sua boca, seus braços? Como chamaram suas pernas e pés? Os Brahmin [Sacerdotes, a casta mais elevada] foram sua boca, de ambos os seus braços foram feitos os Rajanya [Reis, a segunda casta], suas pernas tornaram-se os Vaisya [Comerciantes, a terceira casta], de seus pés foram produzidos os Sundra [Operários, a mais baixa casta].

(Observação: Embora as escrituras hindus não considerem iguais todos os homens, distinguem claramente todos os seres humanos dos animais).

O historiador grego Heródoto (444 a.C.) foi muito bem denominado de “Pai da História”. Seu quarto de milhão de palavras cobrem um vasto cenário estendendo-se desde a Rússia Central até ao Sul da África, e do Mar Cáspio ao Atlântico. Suas próprias viagens levaram-no à Grécia, Trácia (Bulgária e Romênia), Cítia, Ásia (Turquia), Itália, Líbia, Egito e Babilônia. E ainda investigou as origens e a cultura de cerca de uma centena de tribos desde os Montes Atlas até a Índia. Pois bem, o que tem Heródoto a nos dizer a respeito da época da chegada dessas tribos em suas regiões? A impressão geral deixada sobre o leitor é que a Europa foi ocupada por europeus há não muitos séculos antes da época dos escritos de Heródoto. Os trácios tinham vindo da Ásia, os gregos do Egito, e os tebanos (Cadmo) de Tiro. Tiro é a mais antiga cidade mencionada; os sacerdotes locais alegavam-lhe uma idade de 2.300 anos, estendendo-se portanto a 2.750 a.C. Heródoto menciona que os atenienses em sua origem não falavam o grego, mas que “trocaram de língua ao serem absorvidos na família de nações helênicas”. Tal pesquisa e tal conclusão somente seriam possíveis nos primórdios de uma nação, quando o assunto de sua origem ainda era objeto de interesse público. Heródoto mostrou-se cético quanto à grande antiguidade reclamada pelos egípcios para sua civilização, pondo o semideus Dionísio em 2.050 a.C. em vez de 13.000 anos antes, como por eles pretendido.

Heródoto indica como causa das guerras médicas o rapto de Io, princesa de Argos (na Grécia), pelos fenícios, que “originalmente vieram das costas do Oceano índico”. Isso levou a duas retaliações - o rapto de uma Princesa de Tiro pelos cretenses, e de Medeia, filha do rei da Cólchida (no Mar Negro), pelos gregos. Isso, diz Heródoto, encorajou Paris de Tróia, cinquenta anos mais tarde, a roubar Helena de Menelau ... daí dando origem à guerra de Tróia (1.100 a.C.). Desta forma, o rapto de Io, ponto de partida para Heródoto, dificilmente poderia ter tido lugar antes de 1.500 a.C. De forma geral fica-se à vontade para dizer que essa cronologia adapta-se bastante bem no quadro bíblico da dispersão de Babel no terceiro milênio a.C. Nos últimos sessenta anos, a idade da Grande Pirâmide saltou de 4.800 a 2.600 a.C., o que pode indicar que Heródoto tinha razão ao suspeitar que os egípcios exageravam sua cronologia.

O único apoio que o Darwinismo poderia encontrar nas Histórias de Heródoto é um relato de “homens com cabeça de cachorro, e homens sem cabeça, com olhos nos peitos” (Heródoto não se responsabiliza pela declaração, mas meramente repete o que lhe disseram na Líbia), e outro de uma égua ter dado à luz uma lebre. Realmente, estranhas mutações! Descreve ele estranhos costumes e lendas de dezenas de tribos. Fala dos canibais (duas variedades - os que comem seus mortos e os que matam para comer), dos caçadores de cabeças e dos escalpeladores, dos devoradores de insetos, das amazonas (que não podiam casar-se antes de ter matado um homem), da tribo dos sem-nome (cada um chamando ao outro de “tu”), da tribo dos sem-cabelos, dos trogloditas (recordistas mundiais de corrida), dos exorcistas e adoradores do Sol, dos comedores de cobras e de macacos. Heródoto chama e alguns desses de “incivilizados”, porém jamais sequer sugere que deixem de ser verdadeiramente seres humanos, mesmo ao falar uma língua “semelhante a nada mais sobre a Terra, parecendo gritos de morcegos”.

“Não reconheço nenhum senhor a não ser Zeus (= o principal dos deuses) de quem descendo” é a mensagem enviada a Dario pelo rei da Cítia (Os citas sustentam que o país não era habitado até que um seu ancestral, filho de Zeus, chegou em torno de 1.500 a.C.). Darwin escreveu algures que era suficientemente humilde para reconhecer sua ascendência simiesca. Tudo que podemos dizer é que, tanto quanto saibamos, essa humildade não era partilhada por qualquer pessoa que Heródoto conheceu. Sempre que são mencionadas genealogias, são elas relacionadas a deuses ou semideuses em sua origem, e jamais a animais inferiores. O grande coro da antiguidade, de leste a oeste, de norte a sul, une-se às estrelas ao declarar a glória do Deus que nos criou.

Continua...

Carlos Carvalho

Não Sou Ateu, Brasil!

terça-feira, 28 de junho de 2016

Homens das Cavernas: melhores pintores do que...


HOMEM DAS CAVERNAS: MELHORES PINTORES DO QUE OS PINTORES MODERNOS NA DESCRIÇÃO DO ANDAR QUADRÚPEDE

Em 5 de outubro passado, no “blog” Desafiando a Nomenklatura Científica, de Enézio E. de Almeida Filho, foi feita uma pergunta muito pertinente a respeito do resumo do artigo “Cavemen Were Better at Depicting Quadruped Walking than Modern Artists: Erroneous Walking Illustrations in the Fine Arts from Prehistory to Today” (DOI: 10.1371/journal.pone.0049786), veiculado em 5 de dezembro de 2012 sobre os chamados “Homens das Cavernas”, de autoria de Gabor Horvath, Etelka Farkas, Ildiko Boncz, Miklos Blaho, Gyorgy Kriska. Transcrevemos a seguir o resumo mencionado e a pergunta feita.

RESUMO

Especialistas em locomoção animal conhecem bem as características do andar quadrúpede desde o trabalho pioneiro de Esdweard Muybridge na década de 1880. Ao andar, a maioria dos quadrúpedes avança suas pernas na mesma sequência lateral, e somente a duração do tempo de permanência dos pés no chão difere um pouco. Como esse conhecimento científico foi representado nas pinturas clássicas de quadrúpedes em movimento? Após as documentações fotográficas de Muybridge, diminuiu o número relativo de erros cometidos nas ilustrações de quadrúpedes em movimento? Quão corretamente o “Homem das Cavernas” (Homo sapiens do Paleolítico Superior) ilustrou o movimento dos quadrúpedes que caçava nos tempos pré-históricos?


Fonte: DaVinciSketches.com

O objetivo do artigo é responder essas perguntas. Fizemos, então, a análise de 1.000 pinturas rupestres pré-históricas e artística modernas de quadrúpedes em movimento e determinamos se elas estavam ou não corretas com relação às atitudes das pernas, supondo que os demais aspectos das pinturas usados para a determinação do passo dos animais estivessem ilustrados corretamente.

O número relativo de erros nas ilustrações modernas de quadrúpedes em movimento anteriores a Muybridge foi de 83,5%, bem maior do que o número 73,3% correspondente a erros devidos ao mero acaso. Esse número diminuiu chegando a 57,9% depois de 1887, ou seja, no período posterior a Muybridge. E, mais surpreendente, ainda, foi o menor número de 46,2% obtido nas ilustrações pré-históricas de quadrúpedes em movimento. Todas essas diferenças mostraram-se estatisticamente significativas!

Assim, os “Homens das Cavernas” demonstraram grande precisão na observação do movimento dos quadrúpedes que caçavam e suas ilustrações foram muito mais precisas do que as dos artistas mais recentes que os sucederam!

PERGUNTA PERTINENTE

Mas o “Homem das Cavernas” não é mostrado nos livros didáticos como sendo primitivo, tosco demais, abrutalhado e mais próximo de macacos antropoides? Como então foram muito mais brilhantes na descrição do andar quadrúpede do que Leonardo da Vinci, renomado e incensado pintor, escultor, músico, cientista, arquiteto, engenheiro e inventor da Renascença?

Fonte:
BOLETIM SCB Nº 41 Novembro/2015


Não Sou Ateu, Brasil

segunda-feira, 20 de junho de 2016

As "provas" evolutivas


AS “PROVAS” EVOLUTIVAS

O evolucionista usa uma forma falsa de discurso circular para “provar” o que para ele é correto. Em primeiro lugar, ele começa com a suposição de que é correto, pela fé. Em segundo lugar, ele vai ao outro lado do círculo, desenterra fósseis de diferentes lugares do mundo e os arruma na ordem que ele “quer” que estejam. Em último, ele volta ao redor do círculo e diz: “Veja, o fóssil prova que estou certo”. Isto é evidentemente ilógico.

Quando os gregos desenvolveram a ciência da lógica há 2.500 anos, eles chamaram este tipo de discurso de tautologia; que é um discurso circular que cai sobre o seu próprio peso, que é evidentemente ilógico. Se você me permitir rearranjar esta evidência, posso provar qualquer coisa que eu queira, não posso? Você não pode rearranjar a evidência e então reivindicar a prova de alguma coisa.

Uma das grandes diferenças entre os cientistas criacionistas e os cientistas evolucionistas é que o cientista criacionista não arruma suas evidências e o evolucionista o faz! O criacionista não tem incentivo para querer rearranjar as evidências. Não importa qual seja a evidência, não importa onde ela foi encontrada, contanto que tenha sido encontrada honestamente, o criacionista não tem incentivo para movê-la.

Podemos não entendê-la ou não ter a correta interpretação agora; talvez nunca entenderemos até eu Ele venha e nos fale sobre tudo isto; mas acreditamos que qualquer coisa que seja encontrada honestamente será consistente com o Deus Criador e não temos incentivo para rearranjar as evidências. O evolucionista precisa rearranjar suas evidências antes de declará-las como prova; isto é uma diferença monstruosa!



Dr. Grady S. McMurtry

terça-feira, 7 de junho de 2016

Maiores e Melhores?


MAIORES E MELHORES?


Alguns evolucionistas afirmam que com o passar do tempo as coisas ficam maiores, melhores, mais rápidas e mais inteligentes. O registro físico das espécies demonstra, porém, que as plantas e os animais do passado eram maiores do que os de hoje. Considere a barata, a libélula e o molusco argonauta. Hoje, as baratas crescem até 6 cm mais ou menos, mas nos registros fósseis elas têm frequentemente algo em torno de 30 cm!

Nos dias de hoje, as libélulas têm não mais qie 15 cm da ponta de uma asa a outra, mas nos registros fósseis são encontradas libélulas com mais de 130 cm de uma asa a outra! Também o molusco argonauta cresce até 20 cm de diâmetro, mas nos registros fósseis são encontrados moluscos de até 2,50 m de diâmetro!

Então, as coisas não estão ficando maiores, melhores, mais rápidas e mais inteligentes. Elas estão ficando menores, piores e mais lentas.



Dr. Grady S. McMurtry

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Uma Fábrica de Relógios


UMA FÁBRICA DE RELÓGIOS

Quando examinadas com cuidado, as explicações dos processos naturais nunca informaram, na verdade, que a ordem surgiu do mero caos, ou que a forma surgiu da mera ausência de forma. Pelo contrário, sempre versam sobre a manifestação de uma ordem que já estava implícita na natureza das coisas, embora muitas vezes de um modo secreto ou oculto.

Quando nos deparamos de situações que parecem fortuitas, ou coisas que parecem amorfas, automática ou espontaneamente “se organizando” em padrões ordenados, o que percebemos em todos os casos é que o que parecia ser fortuito, na verdade, tinha como sua parte integrante uma boa dose de ordem [...].

O que Dawkins não parece apreciar é que seu relojoeiro cego é ainda mais extraordinário dos que os relógios de Paley. Paley encontra um “relógio” e pergunta como tal objeto poderia estar ali por acaso.

Dawkins encontra uma grande fábrica automatizada que. Às cegas, faz relógios e acredita ter respondido completamente ao argumento de Paley. Mas isto é absurdo. Como é possível uma fábrica que faz relógios precisar menos de explicação do que os próprios relógios?


Stephen Barr

Físico da Universidade de Notre Dame, 2003.

sábado, 28 de maio de 2016

Evolução X Criacionismo


EVOLUÇÃO & CRIACIONISMO


Há dois grandes fatos no universo que a teoria da evolução explica de maneira satisfatória, assim como o criacionismo:

1) Todas as coisas vivas, de árvores, gatos, a seres humanos, são formadas do mesmo material genético.
2) As criaturas vivas exibem uma incrível diversidade.

Porém, há três grandes características da vida que a teoria da evolução não pode explicar, mas o criacionismo explica magistralmente:

1) A evolução não consegue explicar o começo da vida.
2) A evolução não consegue explicar a consciência, faculdade que torna o mundo compreensível.
3) A evolução não consegue explicar a moralidade ou a racionalidade humana.


Dinesh D’Souza

A evolução e o argumento do design

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Cosmologia e a hipótese de Deus


Cosmologia e a hipótese de Deus


Um breve exame sobre a natureza do universo leva a considerar a admissão da hipótese de Deus de uma maneira mais geral. Recordo-me do Salmo 19, em que Davi escreve: "Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos". É claro que a visão de mundo científica não é totalmente suficiente para responder a todas as questões interessantes acerca da origem do universo e não há nada essencialmente em conflito entre a idéia de um Deus criador e o que a ciência revelou. Na verdade, a hipótese de Deus soluciona algumas questões de profundidade mais problemática sobre o que veio antes do Big Bang e por que o universo parece tão exatamente acertado para que estejamos aqui.

Francis Collins

A linguagem de Deus – As origens do universo

terça-feira, 24 de maio de 2016

As Leis da Genética e as Mutações


AS LEIS DA GENÉTICA E AS MUTAÇÕES

Podemos sumarizar a informação concreta a respeito das mutações nessas cinco declarações:

Primeiro – mutações são prejudiciais e dolorosas, visto que são, por definição, cópias de defeitos. Apenas uma cópia perfeita de uma informação previamente existente se torna desejável. Qualquer outra coisa, além disso, se torna automaticamente uma cópia de defeitos, e isso significa que a cópia será pior, e não melhor com o passar do tempo.

Segundo – mutações são raríssimas, e qualquer uma que tenha sido benéfica, ainda é desconhecida. Você não consegue obter nada melhor que algo perfeito. Qualquer cópia, ou permanece perfeita, ou caso aconteça qualquer mudança, essa mutação terá que ir “ladeira abaixo”.

Terceiro – as mutações não criam novos órgãos, mas apenas modificam os que já existem. Nunca vimos um novo órgão aparecer completamente desenvolvido e pronto para ser usado. O que temos visto na verdade, são órgãos já existentes tornando-se deformados e inutilizados através da mutação.

Quarto – mutações não acumulam, isto é, elas não constroem ou têm um efeito aditivo, um após o outro, formando assim uma corrente evolucionária majoritária. Qualquer mudança que venha ocorrer é diluída já na próxima geração de forma que acaba não existindo um efeito em cadeia a longo prazo.

Quinto – as mutações conduzem a uma forma errada de mudanças. Só vemos deteriorização, e não o acúmulo de informações e estrutura.

As Leis da Genética não se aplicam numa ascendência progressiva através da chance do acaso, ou acidentalmente, tanto na inteligência quanto na complexidade como as teorias da evolução querem reivindicar. As Leis da Genética foram escritas pelo Criador para manter e preservar as informações que Ele codificou nas espécies originais.

Dr. Grady S. McMurtry,

2009

quinta-feira, 5 de maio de 2016

As Coisas Realmente Mudam com o Passar do Tempo?


AS COISAS REALMENTE MUDAM COM O PASSAR DO TEMPO?

Considere as formigas, o caranguejo ferradura, o morcego ou as algas. Muitas espécies de formigas que apareceram nas pedras de âmbar da República Dominicana, as quais os evolucionistas reivindicam ter entre 25 a 40 milhões de anos de idade, são exatamente iguais às existentes vivas hoje em dia. Fósseis do caranguejo ferradura, que são considerados ter 150 milhões de anos, são exatamente iguais aos encontrados vivos hoje.

O mais antigo esqueleto fóssil de um morcego, datado como Eoceno e tendo supostamente 50 milhões de anos, se parece exatamente igual aos esqueletos de morcegos de hoje. O fóssil mais “antigo” já encontrado na Terra foi declarado como sendo de uma colônia de algas azul-esverdeadas, com um bilhão de anos; tirando apenas o fato de que esse fóssil se parece nada mais nada menos do que duplicata das mesmas algas vivas existentes nos dias de hoje.

Existe uma história para aliciar pessoas, contada frequentemente pelos evolucionistas, a respeito das alterações evolucionárias ocorridas na Mariposa Pimenta da Inglaterra. Eles declararam que essa história “provou” que a evolução estava trabalhando plenamente na natureza. A história é contada assim:

Durante a revolução industrial do século 19, a espécie de Mariposa Pimenta se alterou de um tipo de população de mariposas brancas com pintas pretas tendo somente um pequeno número mariposas pretas entre elas, para uma população de mariposas pretas, tendo apenas umas poucas mariposas brancas entre elas. A ideia era de que com a queima de carvão, os troncos de árvores, os prédios e casas da Inglaterra ficaram escuros, e que assim, as mariposas brancas ficaram expostas àquele fundo escuro, enquanto que as pretas se camuflaram; sendo assim, as brancas foram comidas pelos pássaros, fazendo com que as mariposas pretas se multiplicassem em um número ainda maior do que eram antes dessa mutação.

A história, porém, é uma farsa, um trote. Em 1950, um físico britânico, Bernard Kettlewell, quis provar que a evolução era verdadeira, e que a seleção natural estava em pleno funcionamento, da mesma forma que Darwin havia acreditado. Para obter essa prova, ele soltou Mariposas Pimentas Inglesas durante o dia perto de árvores com cascas de cores variadas. Ele observou que os pássaros comiam mais mariposas brancas que estavam pousadas sobre um fundo escuro, e comiam mais pretas ainda, quando estas estavam expostas com um fundo bem claro. Ele escreveu um artigo para a revista Scientific American e declarou que essa era a evidência das previsões de Darwin. Esse artigo se tornou a base de centenas de livros escolares se referindo à evolução em funcionamento na natureza.

Nos anos 80 foi provado que tudo não passou de uma montagem, uma farsa. Primeiro, as Mariposas Pimentas Inglesas são noturnas, e jamais voam durante o dia, quando os pássaros poderiam vê-las. O Dr. Kettlewell teve que acordá-las e na confusão de estarem sendo expostas a luz do dia, pousaram mais nele do que nas árvores mais próximas. Segundo, elas jamais pousariam em troncos de árvores, onde seriam facilmente vistas pelos predadores (se fossem diurnas), mas sim, vivem dentro das copas das árvores, onde ficam bem escondidas. Terceiro, as fotografias das mariposas pousadas nos troncos das árvores e reproduzidas em incontáveis livros foram montagens. Os fotógrafos, na verdade, colaram mariposas mortas nas árvores, para que as fotos pudessem ser tiradas.

Essa história da Mariposa Pimenta nos ensina sobre a inflexibilidade das espécies, e da adaptação lateral permitida dentro do “poço genético”, estando inteiramente consistente com a posição criacionista. A estrutura da mariposa não foi alterada com o passar dos anos. Essa mariposa mostra a adaptação lateral, e não a evolução progressiva.


Dr. Grady S. McMurtry
Criação X Evolução: Onde está a verdade científica, AD Santos Editora, 2010, págs. 67-69.

Carlos Carvalho

Pesquisador autônomo

domingo, 1 de maio de 2016

A Genética e a Evolução


A Genética e a Evolução

As leis da genética são conservadoras, não criativas ou criadoras. Essas leis somente permitem a cópia ou o reagrupamento da informação já existente a qual é passada para frente em novas combinações, para a próxima geração.

Até mesmo evolucionistas mais ardentes como o Dr. Stephen J. Gould, da Universidade de Harvard, o Dr. Niles Eldridge, do Museu Americano de História Natural de Nova Iorque e o Dr. Colin Patterson do Museu Britânico de História Natural admitem que não existem formas transicionais de vida encontradas nos registros fósseis. Nenhuma!

As mutações por acaso produzem micro evolução que é somente uma variação dentro do tipo criado. Mutações por acaso não podem produzir macro evolução, o que seria a suposta mudança de uma variedade para outra completamente diferente.

As pesquisas genéticas que tentaram forçar mutação espontânea provaram ser inúteis em produzir uma mutação benéfica. Os evolucionistas não podem responder esta questão adequadamente: “De onde veio a informação original que está sendo copiada?”

Desde 1910, foram documentadas mais de 3.000 mutações em mosca-da-fruta e mesmo assim ainda não existe nenhuma documentação sobre uma mosca-da-fruta se transformando em alguma outra coisa.


Dr. Grady S. McMurtry

Criação X Evolução: onde está a  verdade científica?, 2010, pág. 66.