sexta-feira, 31 de outubro de 2014

A EVOLUÇÃO DARWINIANA À VISTA DE TODOS!



Aborto é coisa do passado, a moda nos EUA agora é o infanticídio explícito.

post birthhh
Uma tendência observada por ativistas pró-vida próximos de estudantes universitários nos EUA, é a crescente aceitação do “aborto pós-nascimento”, ou seja, matar a criança depois que ele ou ela nasceram, afirmam líderes pró-vida ao “The Fix College”.
A evidência anedótica constatada por líderes dos grupos pró-vida como “Criados Iguais” e “Sobreviventes ao Holocausto do Aborto” disseram em entrevistas que não só eles vêem mais estudantes universitários que dizem apoiar o aborto pós-nascimento, mas alguns estudantes ainda sugerem que as crianças até 4 ou 5 de idade também podem ser mortos, porque eles ainda não são “auto-conscientes”.
“Nós encontramos pessoas que pensam que é moralmente aceitável matar bebês após o nascimento em quase todos os campus visitados”, disse Mark Harrington, diretor de “Criados Iguais”. “Enquanto este ponto de vista ainda é considerado absurdo pela esmagadora maioria das pessoas, a idéia está se tornando cada vez mais popular.”
Os campi onde ativistas locais e membros da equipe dos “Criados Iguais” encontraram estudantes com esta opinião incluem Purdue, da Universidade de Minnesota e a Universidade Central da Florida. No estado de Ohio, no início deste ano, o Grupo exibiu um debate entre um dos seus membros e uma senhora no campus que defendia claramente o infanticídio.
“Este é problema que surge quando se desvaloriza a vida humana em alguma de suas fases de desenvolvimento – e esta tendência crescerá e incluirá outras “categorias” de seres humanos; neste caso, já estão incluídos os seres humanos nascidos, bem como os seres humanos ainda não nascidos”. Disse Harrington: ” Eu conversei com um jovem na Universidade de Minnesota, que disse ser correto matar as crianças se fossem menores de 5 anos de idade, pois ele não as considerava pessoas até essa idade.”
Kristina Garza, porta-voz de “Sobreviventes do Holocausto do Aborto”, uma organização pró-vida, que muitas vezes distribui material anti-aborto nos campi ao longo da Costa Oeste, disse que seu grupo também encontra freqüentemente estudantes universitários que aceitam infanticídio.
“Para aqueles que são firmemente a favor do aborto sob qualquer condição, não é difícil achar normal e aceitar matar um ser humano mesmo após o seu nascimento”, disse Garza. “Há essa mentalidade comum no campus, que “tudo bem” matar bebês porque, de alguma forma, não somos humano até que sejamos auto-conscientes. A idade de consenso para isso é em torno de 4 anos de idade”, acrescenta ela.
Quanto à esta tendência, Garza disse que não há uma explicação clara para isso. No entanto,  argumentos apresentados por Peter Singer e outros filósofos que defendem o infanticídio são dados como tarefas de leitura para estudantes universitários.
Singer escreveu em 1979 que “os bebês humanos não nascem dotados de auto-conhecimento, ou capazes de compreender que existem ao longo do tempo. Eles não são pessoas … [portanto] a vida de um recém-nascido é de menos valor do que a vida de um porco, um cão ou um chimpanzé. “
“Ele vem dizendo coisas como esta desde os anos 70, mas somente agora este tipo de ideologia está sendo promovido nos campus universitários”, disse Garza. “Quando ele fez esta afirmação, houve um grupo seleto que o aceitou. Mas hoje em dia, nós nos tornamos tão insensíveis, e a maior parte dos estudantes universitários carecem de fibra moral e acabam aceitando facilmente esse estranho tipo de ideologia. “
Mas os grupos pró-vida presentes nos campi tem ajudado a transformar esta realidade e levado os estudantes para longe de mentalidade pró-escolha e outras tendências abortistas, acrescenta.
“Embora o número de alunos que acreditam não haver problemas com a matança de crianças após o nascimento esteja crescendo, o número de estudantes que aceitam que a vida humana começa na concepção também está crescendo, e está crescendo a uma taxa maior e mais rápida do que aqueles que aceitam o infanticídio, “, disse Garza.
“As tendências que observamos não é tanto uma questão dos alunos estarem com uma moral mais bem fundamentada, é que nós, como um movimento pró-vida estamos trabalhando para apresentar um argumento melhor, e estamos empurrando as pessoas para fora desta confusão”, disse ela. “Estamos vendo mais alunos que vêem a lógica e optam por ser anti-aborto”.
No entanto, a oposição firme à filosofia pró-vida continua.
Questionado sobre o incidente no estado de Ohio, em que uma mulher respondeu a uma exibição pró-vida defendendo o infanticídio, um grupo ativista pró-aborto do campus se pronunciou de forma semelhante à mulher do clipe.
Devin Deitsch, líder do VOX: Vozes para Planned Parenthood na Universidade Estadual de Ohio, disse em um e-mail para The Fix College: “Falando como o líder principal da VOX, garanto-vos que são muito pró-escolha”, Deitsch também notou. “… Nós não estamos aqui para defender as mulheres a fazer aborto, defendemos por sua capacidade de fazer essa escolha sem medo, apartes ou barreiras. Essencialmente, nós pedimos para uma mulher (e seu corpo) para ser respeitado. Nada mais, nada menos. “
O reporter da College Fix, Mairead McArdle, é aluno do Thomas Aquinas College.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014


O Tempo, ah, o Tempo!

Um dos maiores pontos de contenda entre criacionistas e evolucionistas é a questão do tempo. É apenas com o tempo que a evolução se torna respeitável. Algo que seja totalmente impossível, repentinamente é considerado bastante razoável, quando você adiciona uma cláusula sugerindo que aquilo aconteceu ao longo de bilhões de anos.

O evolucionista George Wald comentou que “o tempo é o herói do enredo [...] dando muito tempo o ‘impossível’ se torna possível, o possível provável e o provável virtualmente certo. Basta esperar; o tempo, por si só, faz milagres.” (WALD, 1995, p.12)

Entretanto as leis científicas nos dizem muito claramente que, com o tempo, as coisas se degradam. Elas não se tornam melhores. Uma árvore morre e decompõe-se no solo, e não ao contrário. Assim, cientificamente falando, o tempo é inimigo da evolução, não seu amigo.

Remova o tempo da equação e o que sobra da teoria?


Peter & Paul Lalonde

C. K . Carvalho

quinta-feira, 31 de julho de 2014


As Provas da Fé

Por definição teológica a fé não é crer em algo ou em alguma coisa por ausência de provas. Jamais o conceito de fé foi ou pode ser concebido sem evidências que corroborem a própria crença na qual a fé se apóia (ao menos o conceito de fé plenamente desenvolvido no Novo Testamento). Qualquer erudito ou teólogo, estudioso ou curioso das palavras e suas definições poderia dizer que a fé é crer naquilo que não se vê, mas não por falta de evidências comprobatórias, porque isso não seria fé, estaria próxima de ilusão, utopia ou qualquer outra coisa, mas não da fé.

A fé se baseia em evidências espirituais, em evidências criacionais e em provas resultantes de seu exercício. A fé exige que provas sejam dadas para que ela se estabeleça na mente do que crê. Isso pode parecer estranho para os que não estão inteirados dos textos, das línguas originais e da ciência teológica, mas é exatamente isto que a fé significa e pede. A fé é anterior às provas e evidências, mas não deixa de exigi-las.

Claro que a crença em coisas que não podem ser estudadas, observadas ou verificadas com a tecnologia que dispomos está em voga aqui também, mas a fé vai, além disso. Ela vê e recebe literalmente o resultado por evidência, por observação daquilo em que ela se põe a buscar ou a acreditar. Ao final do seu período normal de “gestação” ou “criação”, a fé verá diante dos seus olhos aquilo pelo qual ela colocou seu foco.

Na ciência existem coisas semelhantes. Existem seres, objetos e elementos que são considerados inobserváveis, mas podemos perceber as suas evidências – que são manifestações secundárias – mas nenhum cientista descrê que tudo isso exista, do mais inobservável ser ou partícula ao espaço e corpos celestes mais distantes. Todas essas coisas testemunham de um tipo de crença, sem provas concretas, mas com evidências, e nem por isso são descartadas como inexistentes.

A fé faz exatamente o mesmo. Ela vê e recebe o resultado evidente – que são as provas concretas – daquilo no qual ela pôs seu foco e atenção. Da mesma forma, qualquer tentativa de fazer com que se entenda que a fé é outro tipo de conceito é falaciosa, incongruente e maliciosa. É erro tácito se utilizar de senso comum para definir a fé, pois assim, se toma por empréstimo uma palavra carregada de sentido objetivo como esta e a mistura com sentimentos, ilusões, mitos e coisas afins.

Isso não passa de armadilha semântica, joguinhos de palavras e desonestidade intelectual, coisas que são bem comuns nos ambientes infectados de parca inteligência bem conhecidos pelos defensores da fé.


C. K. Carvalho
Teólogo

Referências:

COENEN & BROWN, Dicionário internacional de teologia do Novo Testamento / Colin Brown, Lothar Coenen (orgs.) ; [tradução Gordon Chown]. – 2.ed. – São Paulo: Vida Nova, 2000. p. 809ss.

CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo: volume 5: Filipenses à Hebreus / Russell Norman Champlin. São Paulo: Hagnos, 2002. p. 616-619.


sábado, 19 de julho de 2014


Cientistas dizem que 80% da luz do universo está desaparecida
Extraído

De acordo com observações feitas pelo Telescópio Espacial Hubble, 80% da luz do universo está desaparecida. Os astrônomos estão completamente perplexos. “Nós ainda não sabemos ao certo o que isso significa, mas pelo menos uma coisa que pensávamos que sabíamos sobre o universo não é verdade”, diz um dos autores do novo estudo, David Weinberg, da Universidade Estadual de Ohio (EUA).

            O telescópio mostrou que os fios de hidrogênio que formam pontes entre as galáxias estão se iluminando muito, mas não podemos ver nem essa luz, nem a fontes de onde ela provém. Quando estes átomos de hidrogênio são atingidos por luz ultravioleta altamente energética, são transformados de eletricamente neutros em carregados com íons. Os astrônomos ficaram surpresos quando descobriram muito mais íons de hidrogênio do que poderia ser explicado pela luz ultravioleta conhecida no universo, que vem principalmente de quasares. A diferença é de deslumbrantes 400%.

Os astrofísicos não sabem o que é responsável pelos efeitos observados. Eles só sabem que isso não corresponde a nossa compreensão do hidrogênio no universo, muito menos se encaixa com nossas simulações atuais. O mistério fica ainda mais estranho quando comparamos esses resultados no universo próximo e distante: esse descompasso só aparece nas partes do espaço mais perto de nós, o chamado universo próximo, relativamente bem estudado.

Quando telescópios se concentram em galáxias a bilhões de anos-luz de distância, a conta parece se equilibrar. O fato de que a contabilidade de luz necessária para ionizar o hidrogênio era correta no início do universo, mas cai muito no “presente”, intriga os cientistas. “Se contarmos as fontes conhecidas de fótons ionizantes, temos até cinco vezes menos do que precisamos. Faltam 80% dos fótons ionizantes”, diz outro coautor do estudo, da Universidade de Colorado (EUA), Benjamin Oppenheimer.

A questão é: onde eles estão? De onde estão vindo, que não os estamos encontrando? “A possibilidade mais fascinante é que uma nova fonte exótica, que não quasares ou galáxias, é responsável pelos fótons que faltam”, sugere. Esta matéria exótica pode inclusive ser a misteriosa matéria escura, substância que mantém as galáxias juntas, mas que nunca foi vista diretamente. A luz faltando pode ser um produto desta matéria escura deteriorando ao longo do tempo.

Provavelmente, o livro mais antigo das escrituras bíblicas – mais antigo que o Gênesis – é o livro de Jó, e ele já fazia as perguntas de maneira embrionária sobre a luz e a escuridão no universo:

Onde está o caminho onde mora a luz? E, quanto às trevas, onde está o seu lugar;
Para que as tragas aos seus limites, e para que saibas as veredas da sua casa?
Onde está o caminho em que se reparte a luz?
Jó 38.19,20 e 24

Carlos Carvalho
Pesquisador autônomo


Extraído de HypeScience

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cientistas descobrem enorme oceano subterrâneo

Cientistas descobrem enorme oceano subterrâneo

Junho 17, 2014 | Arquivado em: CiênciaTop Stories
Por: Garrett Haley 


Geofísicos afirmam ter descoberto um imenso reservatório de água abaixo da superfície, uma descoberta que os cientistas cristãos dizem que poderia ser uma afirmação de um versículo da Bíblia que narra o Dilúvio.

Pesquisadores da Northwestern University e da Universidade do Novo México anunciaram a descoberta de um vasto oceano subterrâneo de vários quilômetros abaixo da superfície da Terra. Embora os cientistas não possam verificar imediatamente as suas reivindicações, eles permanecem confiantes sobre suas conclusões.

"O geofísico da Northwestern, Steve Jacobsen e o sismólogo da Universidade do Novo México, Brandon Schmandt, encontraram bolsões de magma localizado a cerca de 400 quilômetros abaixo da América do Norte, uma assinatura com a probabilidade da presença de água nessa profundidade", explica um comunicado de imprensa  da Universidade de Northwestern.

"Processos geológicos sobre a superfície da Terra, tais como terremotos e vulcões em erupção, são uma expressão do que está acontecendo no interior da Terra, fora de nossa vista", disse Jacobsen no comunicado. "Acho que estamos finalmente vendo evidências de um ciclo de água de toda a Terra, o que pode ajudar a explicar a grande quantidade de água em estado líquido na superfície do nosso planeta habitável. Os cientistas têm procurado esta água que faltava há décadas".

Se os cálculos dos cientistas são precisos, a quantidade de água abaixo da superfície da Terra poderia fazer sombra à quantidade de água nos oceanos de superfície do nosso planeta. "Se apenas um por cento do peso do manto de rocha localizado na zona de transição é H2O, isso seria equivalente a quase três vezes a quantidade de água nos oceanos", afirma o comunicado de imprensa.

Estes oceanos subaquáticos achados foram publicados este mês (Junho de 2014) na revista Science. Num artigo de jornal, os pesquisadores dizem que o reservatório subterrâneo está localizado entre 255 e 410 milhas abaixo da superfície da Terra.

De acordo com Gênesis 7:11, "as fontes do grande abismo" foram rompidas durante o grande dilúvio, levando alguns cristãos a acreditam que os oceanos subterrâneos descobertos lançam luz sobre o relato bíblico. Brian Thomas, escritor de ciência para o Institute for Creation Research, disse ao Christian News Network que os resultados poderiam estar relacionados com a referência bíblica.

"É claro que é possível que a água encontrada abaixo da crosta da Terra pode ser o que resta das águas ‘do grande abismo’ que se rompeu como fontes para a superfície da Terra para iniciar um ano de duração do dilúvio de Noé de acordo com Gênesis 7:11”,  disse Thomas. "Eu não me referi a esta notícia como uma verificação significativa do dilúvio de Gênesis, já que alguns podem sugerir outras explicações para a água, mas é consistente com a referência geral das Escrituras para as águas profundas abaixo da terra."

No entanto, Thomas acrescentou que a própria existência de água nas profundezas do planeta apresenta um problema para os cientistas seculares. "Os naturalistas enfrentarão um desafio bastante difícil na tentativa de explicar como as águas oceânicas da Terra vieram da ronha", observou ele. "Eles imaginam minerais hidratados de rochas espaciais colidiram para formar a Terra, mas o calor a partir dessas colisões teria empurrado para fora da água. Agora eles têm que explicar estas águas profundas recém-descobertas também."

“O relato bíblico” continuou Thomas, é muito mais consistente com a evidência científica, já que a Bíblia diz que Deus criou o mundo, inicialmente, como uma esfera líquida.


C. K. Carvalho
Pesquisador autônomo

Fonte:

http://christiannews.net/2014/06/17/fountains-of-the-great-deep-discovered-scientists-find-huge-underground-ocean/

terça-feira, 8 de julho de 2014



Stephen Hawking e Mlodinow erram e dão mais evidências para a existência de Deus

ESCRITO POR JOE HESCHMEYER | 25 JUNHO 2014
ARTIGOS – CIÊNCIA


Há um velho ditado que diz “dê muita corda a alguém e ele vai se enforcar”.  A ideia é que, se alguém está errado ou mentindo, quanto mais o tempo passa, mais óbvio isso se torna presente. Bem, a Bantam Books deu a Stephen Hawking e Leonard Mlodinow toda a corda que eles queriam, e o resultado é The Grand Design (O grande projeto), um novo livro no qual eles argumentam contra a necessidade (e a existência) de Deus. Aqui está o núcleo de seu argumento:

[Assim], como Darwin e Wallace explicaram como o projeto aparentemente milagroso de formas de vida poderiam aparecer sem a intervenção de um ser supremo, o conceito do multiverso pode explicar o ajuste fino das leis físicas, sem a necessidade de um Criador benevolente que fez o universo para o nosso beneficio. Como existe a lei da gravidade, o universo pode e vai criar a si mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, por que o universo existe, porque nós existimos.

Eles, então, explicam a teoria básica por trás do “multiverso”, que pressupõe a existência de múltiplos universos:

De acordo com a teoria-M, o nosso não é o único universo. Em vez disso, a teoria-M prevê que muitos universos foram criados do nada. A sua criação não requer a intervenção de algum ser ou deus sobrenatural. Antes, essas múltiplos universos surgem naturalmente pelas leis físicas.

Vamos deixar de lado a questão da teoria do “multiverso”, que John Haldane aborda em First Things. Hawking e Mlodinow fizeram um trabalho completamente suficiente de derrotar seu próprio argumento. Vamos simplesmente delinear suas três principais afirmações acima:

1.         Afirmação 1: a criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, inclusive o universo; (“a criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, por que o universo existe”). Isso se aplica a todos os universos, o que significa que se aplica a todo o multiverso.

2.         Afirmação 2: a criação espontânea exige a lei da gravidade; (“como existe a lei da gravidade, o universo pode e vai criar a si mesmo do nada”, “Antes, essas múltiplos universos surgem naturalmente pelas leis físicas”).

3.         Afirmação 3: A multidão de universos são responsáveis pela produção de afinadas leis físicas  (“O conceito do multiverso pode explicar o ajuste fino das leis físicas”) Reduzido a seu núcleo, o argumento se parece com isso:
              

O problema é claro, é que isso é circular. Você não pode ter um universo sem que seja criado, você não pode ter criação espontânea sem as leis físicas, e você não pode ter as leis físicas sem um universo.

Como Hawking e Mlodinow admitiram, sem criação, não há nada. Para se ter qualquer coisa – um universo, um multiverso, a lei da gravidade “bem afinados” pelas leis da física, qualquer coisa – você tem de primeiro ter a Criação. E eles mostraram de forma bastante eficaz que a criação “espontânea” é impossível, uma vez que exige as leis físicas, como a lei da gravidade. Então,  eles mesmos estabelecem que houve uma Criação, e que o universo/multiverso não pode (e não podia) criar a si mesmo.

Deste ponto de vista, parece que as duas únicas possibilidades são “Deus” ou o “um absurdo e irracional argumento circular”. Hawking e Mlodinow podem ser físicos brilhantes, mas pelo menos neste livro se apresentam como filósofos e lógicos pobres. Seus esforços fúteis para delinear uma história da criação ateísta dá mais credibilidade ao teísmo do que o ateísmo.

Fonte: http://www.strangenotions.com/hawking-proof-for-god/
Publicado no Logos Apologética.
Tradução: Emerson de Oliveira