quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Você Precisa Saber...


VOCÊ PRECISA SABER...


1.      O Cristianismo é o principal fundamento da civilização ocidental, a raiz de nossos valores mais estimados.

2.      As descobertas mais recentes da ciência moderna sustentam a afirmação cristã de que existe um ser divino que criou o Universo.

3.      A teoria da evolução de Darwin, longe de minar a evidência do design sobrenatural, na verdade a fortalece.

4.      Não existe nada na ciência que torne os milagres impossíveis.

5.      É aceitável ter fé.

6.      O ateísmo, e não a religião, é responsável pelos genocídios da história.

7.      O ateísmo não é motivado pela razão, mas por um tipo de escapismo moral covarde.


Dinesh D’Souza

Analista político (ex, da Casa Branca), pesquisador do Hoover Institution, na Universidade de Stanford. Autor de vários best-sellers em sua área.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Fundamentalismo


Data & Origens


DATAS & ORIGENS

As origens do universo, do sistema solar, da Terra e da vida estão no reino da ciência histórica, porque todos esses eventos estão num passado inacessíveis e nenhum deles são repetíveis. A questão da idade do universo, da Terra, ou da vida neste planeta, não pode ser respondida pela ciência sozinha.

Como você pode determinar a precisão de qualquer método de datação sem um conhecimento prévio da verdadeira idade de algo? Você não pode, e é por isso que essas questões se enquadram na esfera da ciência histórica e estão sujeitos ao viés e visão de mundo dos investigadores.



Prof John Hartnett

Recebeu tanto seu B.Sc. (Hons) e seu Ph.D. com distinção do Departamento de Física da Universidade de Western Austrália (UWA). Ele está atualmente empregado no Instituto de Fotônica e avançada Sensing, e da Escola de Ciências Físicas, da Universidade de Adelaide, a pesquisa o desenvolvimento de relógios ultra-estáveis. Ele publicou mais de 100 artigos em revistas científicas entre pares revisado e mais de 100 trabalhos para conferências em sua área.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

As Maravilhosas – e às vezes mirabolantes – Explicações da Ciência sobre o Universo e sobre a Vida


As Maravilhosas – e às vezes mirabolantes – Explicações da Ciência sobre o Universo e sobre a Vida


O título é longo, mas deve ser assim por causa de sua abrangência. Admiro todo o esforço de cientistas sérios e comprometidos com a busca de respostas para os mistérios do Universo e da Vida que incansavelmente trabalham todos os dias.

As explicações matemáticas da Física Quântica ou da Física de Partículas, as sondagens minuciosas da Biologia Molecular e da Química da Vida, as descobertas das Leis Cosmológicas e Astrofísicas, a busca das profundezas planetárias da Geologia, a intensa busca pelo passado da Antropologia e Arqueologia e todas as teorias e probabilidades geradas pela Matemática. Tudo isso é belo, excitante e fundamental.


Como vejo toda essa gama de conhecimento produzido até os nossos dias? Como as mais fantásticas e maravilhosas explicações sobre como o Criador manipulou a matéria, como Ele projetou inteligentemente tudo e de como trouxe a vida para o nosso mundo. Tudo isso me mostra o Criador e não o contrário!



C. K. Carvalho

quinta-feira, 16 de julho de 2015

As Provas que os Cegos não Veem

AS PROVAS QUE OS CEGOS NÃO VEEM


...pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;
Aos romanos 1.19,20

Percebam o tamanho da incoerência:

1.      Mostramos a incongruência dos dados geológicos.

2.      Observamos que a vida só é possível em nosso planeta dado aos seus detalhes macros e mínimos.

3.      Demonstramos matematicamente que é impossível que eventos ao acaso e sem nenhuma gestão externa gerassem a vida e as formas de vida que encontramos na Terra e a impossibilidade matemática da sucessão de eventos aleatórios para formar o Universo no qual habitamos.

4.      Demonstramos a completa impossibilidade da vida surgir pelos processos evolutivos.

5.      Mostramos a falácia da seleção natural para mutar as espécies em outras diferentes e a impossibilidade da quantidade de espécies e famílias terem organismos em comum.

6.      Demonstramos a incoerência das datas mais antigas pelos métodos de datação conhecidos.

7.      Afirmamos a total impossibilidade de o homem ter surgido de primatas e demonstramos isto com a genética (somos parecidos geneticamente com ratos, coelhos, golfinhos e chipanzés, mas apenas porque fomos criados do mesmo material terrestre, porém ninguém afirma que viemos do rato ou do golfinho).

8.      Demonstramos a impossibilidade bioquímica de sermos fruto da seleção natural ou evolução.

9.      Demonstramos que as narrativas bíblicas são perfeitamente coerentes e provadas pela História, Cultura, Arte, Astronomia, Geografia, Antropologia, Sociologia, Biologia, Química, Física e a Arqueologia (exceto nos casos sobrenaturais, pois não podem ser reproduzidos em laboratório), e aquilo que falta é por falta de pesquisas mais extensas.

10.  Demonstramos que o Universo teve um início.

11.  Demonstramos que há um design inteligente e intencional em todos os organismos vivos e no próprio Universo de todas as maneiras possíveis.

12.  E demonstramos que até aqui a ciência não foi capaz de produzir dados inquestionáveis sequer para os astros mais afastados de nosso Sistema Solar (quanto mais do Universo – só há hipóteses) e jamais foi capaz de criar uma folha a partir de elementos não vivos.

E ainda temos de ouvir de arrogantes e presunçosos que advogam uma ideia teimosa de algo alternativo à Criação que não apresentamos “nenhuma prova conclusiva” ou “argumentos convincentes” sobre aquilo que defendemos ou sobre o criacionismo. É piada, não? O cego é o que, tendo diante de si as provas conclusivas, por ignorância e insensatez pessoal, não vê o que está diante de si. É semelhante a alguém que abre um livro escrito em todas as páginas, mas não consegue ver as letras.


C. K. Carvalho

Pesquisador autônomo

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Grupo de Astrofísicos questiona o que sabemos sobre a formação e a evolução do Universo

GRUPO DE ASTROFÍSICOS QUESTIONA O QUE SABEMOS SOBRE A FORMAÇÃO E A EVOLUÇÃO DO UNIVERSO

Estrutura e comportamento de galáxias-anãs sugerem que o atual modelo padrão da Cosmologia é falho

Transcrevemos a seguir a significativa notícia publicada pelo JC e-mail 4971 de 11 de junho de 2014, de autoria de Cesar Baima (Globo), mostrando que também na Cosmologia é sentida a necessidade de alteração do modelo padrão vigente já há muitas décadas! (http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/grupo-de-astrofisicos-questiona-que-sabemos-sobre-formacao-a-evolucao-do-universo-12800569#ixzz34L4mT7KG)

A estrutura e comportamento das galáxias-anãs que orbitam a Via Láctea e sua vizinha Andrômeda contrariam o atual modelo padrão da cosmologia, o que levanta dúvidas não só sobre a compreensão que temos da formação das galáxias, como quanto ao próprio arcabouço teórico mais aceito pela comunidade científica para explicar a origem e evolução do Universo. A afirmação é de um grupo de 14 cientistas de seis países que revisou e diz ter encontrado falhas em três estudos recentes que tentaram adequar as observações e características conhecidas das galáxias-anãs, ou galáxias-satélite, do chamado Grupo Local às previsões do modelo.

De acordo com o atual modelo padrão da Cosmologia, quase 80% da massa do Universo é composta de partículas de um material invisível, de natureza ainda desconhecida, que só interage com a matéria "comum", da qual todas as estrelas, planetas e nós mesmos somos feitos, por meio da gravidade, e por isso recebeu o nome de "matéria escura". Com isso, a maioria dos cientistas acredita que as galáxias se formaram e evoluíram ao longo de "teias" de aglomerações de matéria escura distribuídas pelo Universo devido a pequenas flutuações no Big Bang.

Ainda segundo este modelo padrão, as galáxias-satélite, como a Pequena e a Grande Nuvem de Magalhães que orbitam a Via Láctea, devem se formar dentro de pequenos acúmulos de matéria escura distribuídos de forma aleatória em torno das galáxias-mães, movendo-se também de forma aleatória em torno delas.
“Mas o que os astrônomos veem é bem diferente”, diz Marcel Pawlowski, pesquisador do Departamento de Astronomia da Universidade Case Western Reserve, nos EUA, e principal autor de artigo com a crítica, aceito para publicação na próxima edição do periódico "Monthly Notices of the Royal Astronomical Society". “O que vemos é que estas galáxias-satélite estão em um mesmo disco e movendo-se na mesma direção dentro dele, como os planetas de nosso Sistema Solar se movem em torno do Sol na mesma direção ao longo de um fino plano. Isso não é previsto e pode ser um real problema” (para o modelo padrão).

Na sua análise dos estudos recentes, a equipe internacional de astrofísicos tentou replicar os resultados apresentados usando os mesmos dados em simulações cosmológicas em computador. Segundo os cientistas, em apenas uma das milhares de simulações feitas a configuração da Via Láctea com suas galáxias-satélite foi similar à que é observada pelos astrônomos. “Mais ainda, temos Andrômeda, então a chance de termos duas galáxias com tão grandes anéis de galáxias-satélite é de menos de uma em 100 mil”, destaca Pawlowski.

E, para piorar, quando o grupo corrigiu as falhas que diz ter encontrado nos três estudos, nenhuma das simulações replicou os resultados encontrados neles, de que é possível a ocorrência de galáxias-satélite que orbitem suas galáxias-mães todas em um mesmo plano. Diante disso, os cientistas sugerem uma explicação alternativa e mais antiga para o surgimento destas galáxias-anãs: uma colisão entre duas galáxias que tenha arrancado material de ambas e o lançado a grandes distâncias, como as marés na Terra, resultando em galáxias-satélite feitas com este material.


Grupo Local
(http://www.astro.princeton.edu/~dns/teachersguide/localgroup.jpg)

Nossa conclusão tende para um modelo alternativo muito mais antigo, de que as galáxias-satélite foram arrancadas de outra galáxia quando ela interagiu com o Grupo Local em um passado distante”, conta David Merritt, professor de Astrofísica do Instituto de Tecnologia Rochester, nos EUA, e outro dos autores do artigo crítico. “Este modelo de „marés pode explicar naturalmente porque as galáxias-satélite que observamos têm órbitas em um disco fino”.

Merritt, Pawlowski e os demais autores da análise fazem parte de um pequeno mas crescente grupo de astrofísicos que questiona a capacidade do atual modelo padrão da Cosmologia, adotado pela grande maioria de seus colegas, em explicar e reproduzir o que é observado no Universo próximo da Terra. E Merritt lembra ainda que é assim que o progresso científico costuma acontecer, a partir da contestação de teorias e modelos estabelecidos: “Quando temos claras contradições como as que apontamos, é preciso se focar nelas. É assim que a ciência avança.”

Humildade científica, na realidade, é o que faz a Ciência progredir!

Nem tudo o que a “ciência” diz pode ser levado a sério. Ela não é infalível, mas cheia de contradições e observações imprecisas. Precisamos ter cuidado ao sair por aí defendendo a ideia de “a ciência nos mostra que”. Isso tem sempre se mostrado um erro e algo não muito inteligente a se fazer. Amo a ciência, mas ela é falha, como a maioria de tudo o que procede dos seres humanos.

Fonte:
Boletim SBC. N.25, julho/2014, p.16-18.

C. K. Carvalho

Pesquisador autônomo