E para aqueles que dizem que religião é "tudo igual", um pouco mais de informação nos faz perceber que não é bem assim. Não confundamos "Jesus" com "Genésio". Aqui está a animação citada pelo nosso bispo, Carlos Kleber Carvalho em sua pregação no último domingo (12/08/2012), banida pela Igreja Mórmon, revela as bases dessa doutrina muito vista, mas pouco "conhecida" de fato.
domingo, 19 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
KOSMOS RECOMENDA!!
Artigo excelente, extraído da Revista "Teologia Brasileira", escrito por André Luis Geske, bacharelando em Teologia pelo "Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição", vale a pena conferir!!
Teologia como ciência especial I
O método científico e as concepções de teologia em Hodge,
Bavinck, Dooyeweerd e Van Til
Teologia como ciência especial I
O método científico e as concepções de teologia em Hodge,
Bavinck, Dooyeweerd e Van Til
24/07/2012 10:32:41
André Luiz Geske1
Alvin Plantinga em seu artigo intitulado “Religion and Science”2
traça uma série de definições sobre ciência. Junto com estas definições, ele
aponta para a fraqueza de cada uma delas mostrando que aquilo que identifica um
campo de estudo como “científico” não faz justiça ao que ele realmente é. Ou
seja, Plantinga mostra que os critérios usados para denominar algo como ciência
não abarcam todo o campo científico. Então, Plantinga tenta demonstrar quais
critérios poderiam identificar algo como ciência afirmando:
Talvez, o melhor
que possamos fazer, em caracterizar algo como científico, é dizer que o termo
“ciência” aplica-se a uma atividade que é (1) um empreendimento sistemático e
disciplinado objetivando encontrar verdade sobre o mundo e (2) tenha um
envolvimento empírico significativo. Isso, é claro, é muito vago (Quão
sistemático? Quão disciplinado? Quanto envolvimento empírico?) e talvez,
indevidamente permissivo. (Astrologia seria contada como ciência mesmo se fosse
apenas uma ciência ruim?) Ainda, temos muitos excelentes exemplos de ciência e
excelentes exemplos de não ciência. 3
Plantinga
reconhece que mesmo propondo estes critérios ainda não se poderia ter uma
definição do que realmente é ciência. A principio, quando comparada com as
demais ciências, a teologia parece inadequada e incoerente. Entretanto, cada
ciência possui suas próprias especificidades, métodos, objetos de estudo e
pressupostos. Isso não é diferente para a teologia e é com base em uma análise
destes elementos que a ciência teológica deve ser delineada. A filosofia, por
exemplo, não tem elementos empíricos para certificar que alguma proposta sua
seja de fato verídica, todavia, ninguém trata filosofia como incoerente ou uma
não ciência desprovida de valor.
Portanto, a definição de Keller sobre
domingo, 29 de julho de 2012
Transformação
Tenho me detido
na palavra transformação nesses últimos meses e cada vez mais percebo o quanto
ela estava presente na pregação de Jesus e da igreja primitiva naqueles dias.
Seja de forma explícita ou implícita, essa palavra desponta como parte
essencial da mensagem cristã nos dois primeiros séculos de nossa era.
Entendemos que transformação no ensino bíblico significa não apenas um
conceito que nos leva a pensar ou raciocinar sobre as mudanças necessárias que
poderíamos fazer em nosso ambiente ou vida, mas transformação tem muito mais a
ver com alterar um estado de coisas. Ou seja, transformar é, por exemplo, tirar
um indivíduo de um estado deplorável de pobreza e miséria e elevá-lo a um
estado de dignidade pessoal e de auto-sustentabilidade.
Transformar, portanto, é mudar a vida de alguém ou de uma sociedade, no
que diz respeito ao seu status. Com
isso não me refiro a meras questões de posição social ou familiar, refiro-me ao
estado interior (não visível) e exterior (visível) de uma pessoa.
Transformar não é somente mudar um indivíduo de lugar, mas também dar a
ele condições para que jamais retorne ao seu estado anterior de destruição, de
medo, de profundas necessidades e de falta de oportunidades e esperança.
Transformar é alterar a perspectiva de vida e de futuro das pessoas.
Sei que muitos estão envolvidos constantemente em importantes projetos
sociais dos mais diversos com o intuito de melhorar a vida das pessoas carentes
e sofridas de nosso país. Mas também acredito que a maioria desses projetos não
alcança seus objetivos porque sua visão e metodologia estão de certa forma indo
em outra direção.
Quando vejo algumas ações como bolsas para isso, bolsas para aquilo,
gratuidades para esses ou aqueles, com objetivo de reduzir a pobreza em áreas
consideradas críticas no Brasil, percebo que o projeto é muito bom, é benéfico
para o povo, mas carece de um método de auto-desenvolvimento. Não sou crítico
de governos, oro por eles, porém não posso deixar de notar que certas ações não
produzem o efeito esperado.
Ainda não se mediu o efeito e nem o prejuízo social causado por oferecer
às pessoas mais necessitadas auxílios dos mais diversos sem, contudo, dar a
elas as condições para saírem dessa dependência do Estado. Ao assumirmos uma
postura paternalista-socialista, por considerarmos o grande mal que o
capitalismo ocidental impõe às pessoas, certamente estamos reduzindo um
indivíduo que deveria ter condições de explorar seu potencial pessoal para sua
própria prosperidade a um ser dependente de migalhas e de esmolas que caem das
mesas dos seus benfeitores.
Posso discorrer sobre diversos assuntos relacionados, mas acredito que os
leitores já captaram a idéia. Fazer assistência social é uma coisa, fazer
assistencialismo é outra. Há uma grande diferença, tanto no conceito quanto na
metodologia empregada.
Transformação é algo bem diferente!
Por Carlos
Carvalho
Pr.
Sênior da Comunidade Batista Bíblica Internacional
Presidente
da ONG ABAN
quarta-feira, 18 de julho de 2012
DIA DA LIBERDADE DE PENSAMENTO
14 DE JULHO
Por Carlos Carvalho
Dia 14 de julho se comemora o Dia da Liberdade de Pensamento em nosso
país e para mim este dia se reveste de grande importância, por causa dos
últimos acontecimentos em torno desta matéria. Vou reproduzir abaixo duas
coisas, uma parte do texto da Constituição Brasileira e uma definição mais
ampla da palavra encontrada em dicionários de nossa língua.
Constituição da República Federativa do
Brasil[1]
No capítulo primeiro quando se trata dos direitos e das garantias
fundamentais do indivíduo, alguns artigos estão escritos assim:
quinta-feira, 5 de julho de 2012
CARACTERÍSTICAS DE NOSSA GERAÇÃO
Texto: Provérbios 30
Quando resolvi escrever sobre este
tema tive que tomar precauções para me fazer compreendido por aqueles que lerão
a web. Tomo também o cuidado de dizer que quando falo uma geração ou nossa
geração, não estou em absoluto referindo-me sobre cada pessoa que está viva
hoje generalizadamente. Quero me expressar dizendo que há uma maneira de pensar
e de agir que faz parte da maioria das pessoas. Essa maneira ou comportamento
foi ditado e regido por uma série de fatores sociais, familiares, midiáticos e
religiosos que foram geradores desse modo de vida nas pessoas.
E ao falar dessas características
que abordarei, não quero dizer com isso que todas as pessoas demonstrem esse
comportamento. Apenas faço uma constatação geral e em tese, também parcial do
assunto. Cada geração tem suas vantagens e desvantagens em relação a que a
precedeu e a que virá. Cada geração traz benefícios e malefícios que, de uma
forma ou de outra, passarão à próxima por herança social ou genética.
O que é uma geração para início de
conversa? Como defino geração? Ao acessar em minha biblioteca dicionários
antigos, encontrei esses significados e eles são o resumo de um texto maior. A
palavra portuguesa para “geração” vem do latim “generatione” e anotei apenas os significados que dão base ao meu
escrito, que são:
·
Sucessão de descendentes em linha reta
(pais, filhos, netos).
·
Linhagem, ascendência.
·
Genealogia.
·
Conjunto de todos os viventes.
·
Duração média da vida humana.
Para restringir o campo de minha escrita, escolhi a definição
que declara que uma geração é
sexta-feira, 8 de junho de 2012
OS SEUS MAIORES BENS: AQUELES QUE O DINHEIRO NÃO COMPRA
Alguns anos atrás a empresa Mastercard veiculava uma propaganda onde
basicamente dizia em suas imagens que certas coisas da vida não possuem preço
algum, que não há como comprá-las, mas o restante se podia com o cartão de
crédito dela.
Acredito que seja assim mesmo. Existem coisas que são tão especiais e
únicas que não há como dar preço ou real valor a elas. Da mesma forma nas
Escrituras encontramos algumas coisas que são tão pessoais e imensuravelmente
importantes que não podem ser compradas com os recursos desta era.
O livre-arbítrio (Deuteronômio 30.19)
Penso que ainda não conseguimos compreender nem metade do significado da
expressão livre-arbítrio. Raciocinamos ainda em termos adâmicos (no sentido da
história do Éden) e talvez não tenhamos refletido no que esse gigantesco dom de
Deus aos homens tem ou teve o poder de realizar.
Livre-arbítrio pode ser definido simplesmente como “escolha” e talvez
seja por isso que o entendimento seja um pouco falho. Óbvio que a palavra
escolha define bem e claramente o termo, contudo, necessitamos estar cientes de
toda a dimensão na qual a palavra “escolha” envolve.
No texto escolhido para o tópico, Deus põe seu povo diante das maiores
potências da vida (vida/morte – bênção/maldição) e lhes pede em conselho para
fazerem as escolhas certas. Em outras palavras, a dimensão de nossas escolhas
afeta toda a nossa vida, o passado, o presente e o futuro.
Quando recebemos a Cristo em nossa vida como Senhor e Salvador, colocamos
o nosso livre-arbítrio (ou nossa escolha) em submissão a Ele. Isso não
significa que não mais possuímos vontade própria, mas a colocamos sob a vontade
dele para obtermos melhores benefícios, pois fazendo isso, reconhecemos que
nossas escolhas nos fizeram mal até aqui como seres humanos (digo não todas as
escolhas, apenas boa perte delas).
O livre-arbítrio em sua plenitude é algo que não tem preço, não se pode
comprar algo assim. Ele pertence exclusivamente a você e nem Deus que o deu,
lhe toma. Use-o para o seu pleno benefício e desenvolvimento pessoal e para o
bem do próximo.
Liberdade (Gálatas 5.1)
Outra palavrinha carregada de significados e nunca plenamente
compreendida pelos homens: liberdade. Também não me atreveria a dar a ela um
significado diferente do que todos os antigos e recentes escritores, filósofos,
sociólogos e teólogos já nos têm proporcionado.
Além de tudo o que temos à disposição sobre ela, devo apenas acrescentar
em minha linha de análise que a liberdade, embora não seja o direito de fazer o
que bem entender sem respeitar o limite do outro, é um bem inalienável do ser
humano. É seu direito de nascença e de cidadão do mundo.
Ser livre é a coisa mais celebrada e desejada do mundo no qual vivemos,
sem, contudo, desfrutar dela plenamente. O apóstolo Paulo escreve no texto
acima que Cristo nos deu uma liberdade espiritual e que ela deve ser exercida
na totalidade. Isto significa que ao menor sinal de abuso dela, devemos
imediatamente nos mover na direção oposta.
Todavia, para Paulo, no texto mencionado, a liberdade vem somada a uma
atitude de escolha. Ao entendermos o poder de nossas escolhas e os resultados
aos quais elas nos levam, não podemos fazer a escolha de “vender” nossa
liberdade por qualquer que seja a desculpa ou o argumento.
A liberdade em Cristo para um cristão é mais que um direito do ser
humano, é uma conquista que nos foi dada gratuitamente pela graça e pelo
próprio sacrifício de Jesus e atentar contra ela é aviltar o imenso amor que
Deus nos mostrou nele.
Paz Interior (João 14.27)
As religiões, as filosofias de vida e a medicina alternativa têm
oferecido às pessoas uma diversidade de ações e ritos particulares no intuito
de fazer com que o indivíduo alcance a tão almejada paz interior.
Embora não despreze o valor simbólico e eventual que essas práticas podem
ter, não me parece em nada com aquilo que Jesus Cristo oferece no texto de
João. A enorme diferença entre essas “paz” e a de Cristo é que nas primeiras, a
pessoa se esforça em grande maneira para adquiri-la, sem ao certo conhecer de
fato o caminho com detalhes.
No caso da paz de Jesus, ele oferece a sua própria. Ou seja, o caminho
está claramente definido diante de todos. Para receber a paz de Jesus (a
própria paz que Cristo tinha) é necessário um relacionamento com ele. Ao nos
relacionarmos com ele, a sua paz passa a ser uma realidade desfrutada por todos
os que desejam.
Ainda que possa haver uma série de questões sobre Jesus e sua vida para
muitos céticos, não há nenhum ser humano sério (ateu ou não) que duvide do
elevado tipo de ser humano que foi Jesus. Ao aceitarmos esses fatos, podemos
asseverar que a paz oferecida por ele vem com um alto grau de qualidade
espiritual, emocional e psíquica.
Quando temos a paz interior, ela nos faz passar por todos os problemas da
vida, pela demanda por resultados ainda não alcançados, pelas dores e tragédias
e pelo tempo de espera por algo importante, com elevado índice de sucesso.
Receba a paz de Cristo Jesus, desfrute de relacionamento com ele e a paz
interior que as pessoas tanto buscam e anseiam, estará continuamente na sua
vida. Certamente esse é um produto para o qual não há preço que possa comprá-lo
e não está sendo vendido em frascos.
Tempo (Gálatas 6.2 e Efésios 5.16)
Tenho escrito e falado algumas coisas sobre o tempo, mas quero utilizá-lo
em outro conceito aqui. Faço referência ao tempo que não temos, ou seja, àquele
tempo que não podemos comprar com dinheiro.
Todos têm um limite de vida e todos vão morrer um dia. Não importando o
quanto a ciência biológica avance e nos dê mais anos, um fato ainda permanece
hoje: ainda não somos imortais no corpo. Então, ao que estou me referindo
quando digo tempo é: nós não poderemos comprar o tempo além dos limites de
nosso tempo de vida.
Posto assim, precisamos valorizar o tempo de nossa vida mais
adequadamente do que temos feito até aqui. Isto significa que preciso tomar
providências para que meu tempo se prolongue ao máximo (mesmo que pareça
contraditório para cristãos) e com vistas a ele ter significância a mim.
Ademais, devo tomar atitudes que colaborem para meu tempo nesta vida de
forma benéfica a mim e aos meus. Deixar os hábitos que contribuem para acelerar
minha morte, mudar meus hábitos alimentares e corporais, não aceitar em mim
qualquer espécie de vício ou comportamento psicológico e social destrutivo e
assim por diante.
E porque só tenho um limite de tempo neste corpo, devo torná-lo mais
saudável e feliz. Como não vou poder comprar mais tempo e nem negociar com a
morte naquele dia, precisarei viver de tal maneira que o tempo tenha valido à
pena. O tempo que tenho é apenas meu, e também posso usar minhas escolhas de
forma a encurtá-lo.
Vida Eterna (1 João 5.11-13 e 20)
Está aqui uma coisa extremamente difícil para a compreensão da mente
humana. Às vezes, por não possuirmos capacidade para tanto, a consideramos de
forma errada apenas como uma vida ininterrupta, mas chata e sem emoções.
Longe disso é a vida eterna. Imagine poder viver sem qualquer necessidade
física, utilizando a sua capacidade mental ao máximo (beirando à divindade),
usar o poder mental para qualquer coisa lícita, criar realidades inimagináveis,
viver ao lado de anjos e tocá-los, não ter necessidade de mecanismos para se
locomover a qualquer velocidade, não ter doenças, dores ou enfermidades, ser
invulnerável, poder atravessar objetos e ao mesmo tempo tocá-los, não possuir
necessidades emocionais e psicológicas – vou parar por aqui! – e de quebra,
nunca morrer.
Isso lhe parece monótono? Isso lhe soa como uma vida chata? Se sim, você
não a merece mesmo e não é digno(a) dela! Gostaria de lhe falar meus planos
para a vida eterna, mas lhe soaria arrogante demais e você talvez nunca a
imaginou assim, então...
A vida eterna é um presente de Deus para os que têm um real
relacionamento e fé em Jesus Cristo e por isso, a maioria das pessoas não a
compreendem. Porém, uma vez que ela foi dada aos que têm fé, não é mais tirada
de nós. Passa a ser propriedade por herança nossa e não pode ser comprada por
nenhum valor.
Consciência (Romanos 9.1)
A consciência é parte integrante das coisas pertencentes ao ser humano e
que não podem ser compradas com valores monetários. Nossa consciência é o nosso
“Grilo Falante”, é nossa voz interior que nos corrige e nos guia quando
precisamos tomar decisões sérias e fazer escolhas difíceis.
Paulo ao escrever aos romanos neste capítulo o inicia dizendo que sua
consciência estava fazendo coro com o Espírito de Deus naquilo que ele estava
dizendo e eles. Isso é impressionante, pois Paulo diz que a sua consciência é
diferente de sua mente que está escrevendo e diferente do Espírito de Deus que
habitava nele.
A consciência é maior que a mente, pois esta, na maioria dos casos,
apenas tem função mecânico-biológico e químico-funcional para os nossos órgãos
e sistema físico. No caso da consciência, ela vai além desse funcionalismo
biológico e nos dá senso de existência, direção, raciocínio lógico e
inteligência emocional.
A ciência quando estuda o cérebro não encontra a nossa consciência.
Apenas encontra as explosões neuronais e a maneira bioquímica dele funcionar.
Ao analisarem o cérebro só podem nos conceber como seres somente
químico-biológicos, reagindo a estímulos neurais. Mas isso está anos-luz de
distância da consciência.
A consciência é algo nosso. Só nosso. Deus nos deu de presente e Ele
mesmo a estabeleceu assim. Podemos utilizá-la dando ouvidos a ela ou não, mas
ainda assim é algo que nos pertence. Isso não tem preço. Ouça-a!
Vida (Mateus 6.25)
Existem três palavras gregas para descrever a vida, mas em nosso
português só há uma. A primeira palavra é “bios” (bioV), e significa no conceito grego, “viver a
vida” ou “estilo de vida”. Não é somente a vida biológica como é conhecida
pelos estudiosos, mas um estilo de vida ou um viver a vida que está em questão
aqui.
A segunda palavra grega mais conhecida é “zoe” (zoh), com o significado
mais comum de vida espiritual, vida eterna ou a vida como Deus a possui. Este
tipo de vida nas Escrituras só pode ser alcançado ou recebido pela fé que a
pessoa exerce em Jesus Cristo e, a partir deste ponto, o Espírito de Deus ou o
Espírito da vida, passa a habitar a pessoa, gerando um novo ser espiritual, ou
seja, um renascido, um regenerado, uma nova criatura.
A terceira palavra grega é “psiche” (yuch), é a origem das palavras “psique” e
“alma”. Essa é palavra que está no texto de Mateus. A “alma” ou a “psique” para
o texto bíblico é o âmago do ser humano, o seu centro, a sua fonte de vida e
existência. Aquilo que é o “fôlego” da própria vida da pessoa, o seu
“espírito”.
No sentido ao qual Jesus se refere no texto, a vida é mais valiosa que o
próprio corpo e conseqüentemente do que o sustento e o vestuário. Portanto a
vida é mais preciosa do que qualquer outra coisa na terra. Por isso, ao viver a
nossa vida, damos a ela o devido valor que Deus lhe dá.
A vida é um bem inalienável do ser humano. Um ser humano pode até tirar a
vida de outro, mas ainda assim, a vida só pertence ao seu dono em particular: a
própria pessoa. Viver a sua vida de maneira satisfatória (mesmo com todas as
mazelas dela) é honrar a Deus que a deu a todos nós e honrar a toda humanidade
passada que viveu e morreu para chegarmos até aqui.
Existem coisas que não tem preço na sua existência, para todas as outras,
você tem seu cartão de crédito! Pense nisso!
Por Carlos
Kleber Carvalho
Comunidade Batista
Bíblica Internacional
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Sete segredos olímpicos para vencer na vida
Os atletas olímpicos são um caso que sempre
fascinou não só os admiradores dos esportes e das conquistas, mas também os
médicos e psicólogos, tanto por sua capacidade de vencer a dor e o cansaço,
quanto por levar o corpo a limites cada vez maiores, e assim alcançar o ouro
olímpico.
Daniel Gould, da Universidade do Estado de
Michigan, EUA, revela para nós alguns pontos-chave que ajudam os atletas a
alcançarem a vitória, pontos que podem ajudar você a conseguir os seus
objetivos também. Vamos então aos sete segredos que ajudam os medalhistas
olímpicos:
1 – Saber até onde se esforçar
A maioria dos atletas olímpicos vem de lares onde o
trabalho duro para obter resultados é bastante valorizado, então é de se
esperar que o esforço e a dedicação faça parte do dia-a-dia deles. Porém,
esforço demais pode ter efeitos contrários.
Os atletas que treinam demais acabam falhando, por
se machucar, não ter uma boa coordenação com a equipe ou simplesmente por
apresentar uma performance inferior, devido ao cansaço. Saber priorizar o
descanso junto com a preparação é um dos segredos do sucesso.
2 – Otimismo
Existem duas formas de ver o mundo, uma é otimista
e a outra é pessimista. A avaliação inicial de uma situação geralmente é bem
realista para ambas as formas de ver o mundo, só que o valor do otimismo é que
os otimistas são mais propensos a procurar soluções para os problemas do que os
pessimistas, por que esses basicamente acreditam que os esforços são inúteis. O
otimismo funciona como uma fonte de motivação para melhorar.
3 – Autoconhecimento
Para que o otimismo seja benéfico, ele tem que ser
balanceado com o autoconhecimento. Quando vocẽ tem um bom autoconhecimento,
isto te ajuda a trabalhar seus erros, conhecer as oportunidades de sucesso e de
falha, e evitar armadilhas comuns, como excesso de treino, perder a
concentração e queimar as energias. Além disso, ajuda a manter o ego não
inflado, sabendo que ninguém é tão bom que não possa errar.
4 – Motivação interna
Existem basicamente dois tipos de motivação, a
interna, que vem do interesse natural da pessoa, por exemplo, e a externa, que
geralmente é a expectativa de um elogio ou compensação financeira. O sucesso
está muito mais ligado a motivações internas do que externas. De fato, quando
você começa a ser pago para fazer o que gosta, então o hobby se torna trabalho,
e quando aquele livro sobre viagens espaciais vira leitura obrigatória, ele
para de nos acompanhar até a cama. Mais ainda, as motivações externas podem
virar uma grande distração.
5 – O tipo saudável de
perfeccionismo
Os psicólogos agora sabem que o perfeccionismo vem
em dois sabores: mal-adaptativo e adaptativo. O adaptativo é considerado um
fator de sucesso, e o perfeccionismo mal-adaptativo é considerado uma
deficiência significativa.
Os perfeccionistas adaptativos são pessoas
conscientes com padrões elevados para si mesmos e, frequentemente, para outros
também. Mas estes padrões não os impedem de levar golpes da vida. Eles tendem a
ter excelentes habilidades de planejamento e organização, o que os ajuda a
lidar com o inesperado.
Os perfeccionistas mal-adaptativos, por outro lado,
estão preocupados com o controle e são assombrados tanto pelos erros passados
como os futuros, e colocam um peso enorme em atender e ultrapassar as
expectativas dos outros. Com esta mentalidade frágil, eles não têm a
flexibilidade necessária para lidar com os imprevistos da vida.
6 – Planos para lidar com as
distrações
Um dos grandes desafios para os atletas olímpicos
são as distrações. Recebem produtos promocionais, solicitações de agentes e da
mídia, pressões da família, tudo isto quando mais precisam se concentrar.
Decidir previamente quais os planos para lidar com
as distrações e percalços e aderir a eles é uma atitude que está bastante
ligada ao sucesso em jogos, e pode ajudar quem está tentando alcançar um
objetivo significativo.
7 – Rotina
Talvez a estratégia mais importante para o sucesso,
especialmente quando se trata de conseguir um objetivo de longo prazo, é ter
uma rotina, e aderir a esta rotina mesmo quando tem que enfrentar um caos.
Uma rotina pode acalmar um atleta no meio do
barulho, distrações e ansiedades inerentes aos jogos, e ajudá-lo a dar o melhor
de si. E isto tanto é verdade, que muitos medalhistas relatam que se sentiram como
se estivessem no modo “automático” durante suas vitórias.
As rotinas podem variar dramaticamente entre tipos
de equipes e personalidades. A consistência pode ser mais importante que os
próprios atos em si.
Mais que qualquer outra coisa, os atletas precisam
ter uma rotina estabelecida e aderir a ela, se refugiar nela, por que os nos
jogos, tudo o mais muda.

Cesar Grossmann Formado em Engenharia Elétrica é funcionário
público, gosta de xadrez e fotografia. Já foi vendedor de picolé, fez
artesanato, foi professor de nformática, e aprendeu a dirigir depois dos 30.
Artigo encontrado no portal Hype Science
domingo, 29 de abril de 2012
O Êxodo Bíblico e a Arqueologia a seu favor
Documentário produzido pela Discovery Channel Canadá e a History Channel provando o acontecimento do Êxodo Bíblico através da Arqueologia.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
O ALCOOLISMO E AS RELAÇÕES HUMANAS
Por Carlos Carvalho e Cristina Carvalho
O alcoolismo é
definido mais simplesmente como uma doença resultante do abuso do álcool1. A Organização
Mundial de Saúde (OMS) afirma que quase 4% de todas as mortes no mundo são
atribuídas ao álcool e que o consumo abusivo provoca 2,5 milhões de mortes
anuais2.
No
Brasil, o alcoolismo está presente em 25% dos suicídios,
Ateus infantis
A internet
tornou-se um poderoso instrumento de veiculação de notícias, de imagens, dos
mais variados tipos de materiais de consulta e de comércio. É a própria vida
sendo expandida aos cantos mais remotos do planeta e nos lugares mais restritos
dele: o quarto ou uma sala em qualquer local.
Esta forma
simbiótica e tecno-orgânica (pois os seres humanos se conectam às suas
máquinas) de comunicação não têm precedentes na história e tampouco chegamos ao
limite do que ela pode nos proporcionar. Ao mesmo tempo é uma tecnologia de
comunicação que não pode ser mais controlada, dada sua extensão hoje.
Nela encontramos
todos os tipos de pessoas, de conceitos, de crenças e todos os tipos de gostos,
e não poderia ser diferente. Na rede encontramos o que denomino de ateus
infantis, são os filhos dos ateus da geração passada. Indivíduos que propagam e
repercutem as idéias de seus antecessores, mas como crianças, são apenas meros papagaios
de seus “pais”.
Os filhos dos
ateus são aqueles que, desejando um momento de fama midiática, gravam uma série
de vídeos nos quais postam as supostas “teorias” libertadoras da “ciência” que
levarão os seres humanos a ficarem livres da “maligna” e “aterradora”, da
“destruidora da vida”: a famigerada “religião” ou do “inviável e improvável
Deus”. Mais precisamente do Cristianismo e do Deus de Jesus Cristo.
Deflagram e
vociferam “verdades” incríveis, novas “descobertas”, teorias das mais absurdas,
tudo para fazer convencer seus expectadores que acreditar em Deus, em Jesus ou
ser um membro de qualquer igreja ou ser religioso é estar enganado, ludibriado,
entorpecido e por aí vai. Isso quando não se utilizam de palavras impróprias,
inadequadas e extremamente baixas para indivíduos que se dizem “educados” e de
“mente superior”.
Os filhotes de
ateus usam de enredo antigo e bem conhecido dos defensores da fé, todavia, aos
que não estão acostumados com eles, podem gerar alguns estragos nas mentes
daqueles que não estão treinados para reconhecer esses argumentos falhos,
caducos, antiquados e prestes a serem eliminados por uma ciência séria e
madura. Infantes nas ciências, imaturos no conhecimento, desejam serem vistos
por todos como se soubessem de fato aquilo que tanto alardeiam.
Como filhotes de
lobos em tempo de fome e escassez, clamam por alimento, mas não resistem à
rigidez do frio ou do calor quando estes lhes sobrevêm. Assim são os filhotes
de ateus: falam, gritam, e fazem barulho desesperadamente, mas não conseguem
ser ouvidos por aqueles dos quais desejam a atenção.
Por Carlos Carvalho
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