sábado, 30 de janeiro de 2016

O estranho fóssil de baleia: evidência do dilúvio universal?

O estranho fóssil de baleia: evidência do dilúvio universal?

               
                                Figure 1. Artist’s conception of the whale ‘on its tail’ at Lompoc, according to Ackerman

A fossilização é um evento raro e, para tanto, deve haver soterramento de forma rápida, antes que o animal morto comece a apodrecer, a se decompor ou a ser consumido no ambiente – devido a animais carniceiros, a microorganismos, à ação da chuva e do sol, etc. Em abril de 1976, foram encontrados os restos fósseis de uma baleia de cerca de 25 metros no interior de um depósito de diatomáceas (esqueletos minúsculos de algas unicelulares), na mina Miguelito, em Lompoc, Califórnia, EUA. Infelizmente, naquele mesmo ano, o fóssil ainda não tinha sido completamente desenterrado quando o artigo descrevendo o achado foi publicado.[1] Mas ao longo do período de escavação a equipe do Museu de História Natural de Los Angeles teve uma surpresa em relação à posição em que o fóssil da baleia se encontrava.

O fóssil estava na posição vertical, apoiado sobre a cauda, ultrapassando vários estratos geológicos. Como poderia esse fóssil de baleia ter mantido sua posição e integridade ao longo de centenas de milhares de anos, sendo enterrado gradual e lentamente milímetro após milímetro? Uma investigação no local, a partir de uma perspectiva atualista, revelou que a unidade de diatomito (rocha porosa e absorvente) que enterrou a baleia também estava inclinada no mesmo ângulo, portanto, a baleia deve ter sido enterrada no diatomito quando ambas estavam na posição horizontal, e mais tarde os movimentos de terra foram elevando-as e inclinando-as em sua orientação atual.

Portanto, a explicação atualista é a de que houve um deslizamento de terra submarino durante um dos inúmeros terremotos da Califórnia e o conjunto rochoso se deslocou e soterrou o animal, porém, o que o atualismo não explica satisfatoriamente é a sedimentação que teria de ser muito rápida para poder preservar cada osso da baleia em sua posição original, sem qualquer deslocamento com relação à sua orientação.[2] O modelo criacionista prevê um enterro catastrófico e, também, uma rápida deposição das camadas de sedimentos, sepultando as diatomáceas; isso somente ocorreria por meio de um enorme episódio catastrófico: um dilúvio universal.[3]

De fato, para ser evitada a dispersão dos ossos, o soterramento deve ter ocorrido no máximo em três anos. Parece que as correntes marinhas teriam acumulado enormes quantidades desses seres (isto é, de diatomáceas) para formar o que alguns chamaram de “um purê de organismos”. Aliás, se esse diatomito foi depositado gradualmente, como reivindicado por geólogos atualistas, o diatomito não seria puro, como ele é. Ademais, a taxa de deposição lenta resultaria em corrosão e eliminação dos ossos da baleia, porque a caixa torácica, por exemplo, teria ficado aguardando sepultamento por eras. 

Se não bastasse, a deposição Lompoc não apresentou moradores de fundo do mar (moluscos, mexilhões e caracóis), em vez disso foram encontrados no local outros companheiros fósseis para a baleia, tais como “bacalhau, peixes arenque, peixes-agulha [parente dos cavalos-marinhos], leões marinhos e pássaros, nenhum dos quais é morador do fundo do mar”, tornando-se evidente que “o conjunto Lompoc representa um cemitério fóssil catastroficamente enterrado, não o enterro progressivo de um habitat.”[2: p. 256]

O curioso é que, de acordo com o pessoal do museu, até meados de 1997, a camada de rocha de diatomito contendo o fóssil da baleia permanecia sobre um vagão no fundo do museu devido à falta de dinheiro e ao espaço necessário para que fosse curadoriada.[4] Será mesmo esse o real motivo de o achado ter sido ignorado por décadas? Talvez uma evidência como essa que aponta para uma catástrofe de grande escala e contraria o atualismo vigente não ofereça mesmo um bom motivo para curadoriá-la.

DR ANDREW A. SNELLING
Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM

Referências:
[1] Reese KM. “Workers find whale in diatomaceous earth quarry.” Chemical and Engineering News 1976; 54(41):40.
[2] Snelling AA. “The Whale Fossil in Diatomite, Lompoc, California.” CEN Tech. J. 1995; 9(2):244-58. Disponível em:
[3] Ackerman PD. It’s a Young World After All. Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1986, p. 81-83.
[4] South D. “A Whale of a Tale.” The TalkOrigins Archive, 1997. Disponível em:http://www.talkorigins.org/faqs/polystrate/whale.html


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Design Divino


DESIGN Divino

Em seu livro Infinite Minds, John A. Leslie, um dos prin­cipais teóricos antrópicos, argumenta que a melhor ex­plicação para a sintonia perfeita é o desígnio divino. Ele diz que não se impressiona com argumentos que exem­plificam a sintonia perfeita, mas com o fato de esses ar­gumentos existirem em tal profusão. "Se há aspectos do funcionamento da natureza que parecem muito auspi­ciosos e também inteiramente fundamentais", Leslie es­creve, "então eles poderiam ser vistos como prova a fa­vor da crença em Deus". Ele cita exemplos dos tais "auspiciosos" e "fundamentais" aspectos do funciona­mento da natureza:

1. O princípio da relatividade especial — ou restrita — assegura que forças como o eletromagnetismo tenham efeito invariável, não importando se agem em ângulos retos na direção de um sistema, ou se viajam. Isso permite que códigos genéticos fun­cionem e que planetas se mantenham unidos en­quanto giram.

2. Leis quânticas impedem que os elétrons girem para dentro do núcleo atômico.

3. O eletromagnetismo tem uma única força que permite que aconteçam múltiplos processos es­senciais: permite que estrelas brilhem de modo constante por bilhões de anos; que o carbono se sintetize em estrelas; assegura que léptons não substituam quarks, o que tornaria os átomos im­possíveis; é responsável por não deixar que os prótons se desintegrem depressa demais ou que se repilam mutuamente com força exagerada, o que tornaria a química impossível. Como é possí­vel que essa mesma força única satisfaça tantos requisitos diferentes, quando parece que seria necessária uma força diferente para cada um des­ses processos?


Referência:
FLEW, Anthony. Deus Existe. Deus existe: as provas incontestáveis de um filósofo que não acre­ditava em nada / Antony Flew; tradução Vera Maria Marques Martins. — São Paulo : Ediouro, 2008. p. 85.


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

A origem da dignidade humana


A origem da dignidade humana


A igualdade dos seres humanos é um legado do Cristianismo que todas as pessoas seculares valorizam. Se abrirmos mão do Cristianismo, o Ocidente também terá como resultado a erosão sistemática de valores hoje compartilhados por religiosos e não-religiosos, como o da igualdade de todos os homens, sua dignidade e direitos.

O caráter precioso e a igualdade de cada vida humana é um conceito cristão. Na Grécia e Roma antiga,a vida humana tinha muito pouco valor. Por muitos séculos, antes mesmo do Cristianismo, a escravidão não precisou de defensores porque não tinha críticos. Herdamos do Cristianismo o conceito moderno de liberdade. Mesmo Nietzsche sabia que a vida e os valores do Ocidente estão baseados no Cristianismo, mesmo que não gostasse disso:

“Outro conceito cristão, não menos insano: o conceito de igualdade das almas diante de Deus. Esse conceito oferece o protótipo de todas as teorias dos direitos iguais.”
Friedrich Nietzsche, The Will to Power (O Desejo de poder)

Se, como alguns insensatos, querem a morte do Cristianismo, por o considerarem algo ultrapassado e que deve ser substituído, também devem estar prontos para aquilo que isso acarretará no mundo, como a extinção gradual de valores como a dignidade humana, o direito que impede o indivíduo ser torturado e os direitos de igualdade de tratamento reivindicados por mulheres, minorias e pobres.

Querem estes abrir mãos desses valores também?


Carlos Carvalho
Teólogo e Cientista Social

Fonte:
D’SOUZA, Dinesh. A Verdade Sobre o Cristianismo. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2008.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Primeira pesquisa mundial sobre religião e ciência tem resultados surpreendentes


Primeira pesquisa mundial sobre religião e ciência tem resultados surpreendentes

Será que todos os cientistas são ateus? Eles acreditam que religião e ciência podem coexistir? Ou acham que as duas coisas são conflitantes? Enquanto existem muitas assunções e sensos comuns sobre o tema, uma nova pesquisa resolveu tirar esse assunto a limpo, e seus resultados foram surpreendentes.

O método

Esse foi o primeiro estudo mundial – e o maior – sobre como os cientistas veem a religião, conduzido pela Universidade Rice, dos Estados Unidos. Os pesquisadores recolheram informações de 9.422 entrevistados em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA. Eles também viajaram a estas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 cientistas.

Ao entrevistar cientistas em várias fases da carreira, nas aéreas de biologia e física, em instituições de elite e não de elite, os pesquisadores esperavam ter uma visão representante dos cientistas sobre religião, ética e como ambas se cruzam com seu trabalho científico.

Os resultados desafiam os pressupostos de longa data sobre a dupla ciência-fé. Enquanto é comumente assumido que a maioria dos cientistas são ateus, a perspectiva global do estudo mostra que esse simplesmente não é o caso.

Descobertas

“Mais da metade dos cientistas na Índia, Itália, Taiwan e Turquia se identificaram como religiosos”, disse a principal autora do estudo, Elaine Howard Ecklund, diretora do Programa de Religião e Vida Pública da Universidade Rice. “E é impressionante que existam aproximadamente o dobro de ‘ateus convictos’ na população geral de Hong Kong (55%), por exemplo, em comparação com a comunidade científica nesta região (26%)”.

Os pesquisadores descobriram que os cientistas geralmente são menos religiosos do que uma dada população em geral. No entanto, houve exceções: 39% dos cientistas em Hong Kong se identificam como religiosos em comparação com 20% da população geral de Hong Kong. Além disso, 54% dos cientistas em Taiwan se identificam como religiosos em comparação com 44% da população geral de Taiwan.

Quando perguntados sobre os conflitos entre religião e ciência, apenas uma minoria dos cientistas em cada contexto regional disse acreditar que ciência e religião estejam em conflito.

No Reino Unido – um dos países mais seculares do estudo -, apenas 32% dos cientistas caracterizaram a intersecção entre ciência e fé como conflituosa. Nos EUA, este número foi de apenas 29%. Por fim, 25% dos cientistas de Hong Kong, 27% dos cientistas da Índia e 23% dos cientistas de Taiwan acreditam que ciência e religião podem coexistir e ser usadas para ajudar uma a outra.

Nuances

Além dos resultados quantitativos do estudo, os pesquisadores descobriram nuances nas respostas dos cientistas durante as entrevistas em profundidade. Por exemplo, numerosos cientistas expressaram que a religião pode fornecer uma “base” em áreas eticamente cinzentas. “Religião fornece uma base naquelas ocasiões em que você pode ficar tentado a tomar um atalho porque deseja ter algo publicado e pensa: ‘Oh, essa experiência não foi boa o suficiente, mas se eu retratá-la desta forma vai parecer que sim’”, exemplifica um professor de biologia do Reino Unido.

Outro cientista disse que o ateísmo tem vertentes, algumas das quais incluem tradições religiosas. “Eu não tenho nenhum problema de ir à missa, é uma coisa cultural”, disse um físico do Reino Unido que por vezes frequenta a igreja porque sua filha canta no coral. “Não tenho fé religiosa, mas não me preocupa que a religião ainda exista”.

Finalmente, muitos cientistas mencionaram que convivem com visões religiosas de colegas ou alunos. “Questões religiosas são muito comuns aqui, todo mundo fala que templo frequenta, a qual igreja costuma ir. Portanto, não é realmente um problema que precisa ser escondido”, disse um professor de biologia de Taiwan.

Aplicações

Ecklund disse que o estudo tem muitas implicações importantes que podem ser aplicadas a processos de contratação de universidades, na estruturação de salas de aula e laboratórios e em políticas públicas gerais.

Educação afeta religião – mas de uma forma mais complexa do que se pensava. “A ciência é um empreendimento global”, afirma a pesquisadora. “E enquanto a ciência for global, então temos de reconhecer que as fronteiras entre ciência e religião são mais permeáveis do que a maioria das pessoas pensa”.

Fonte:
Phys.org

http://phys.org/news/2015-12-worldwide-survey-religion-science-scientists.html

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A Biosfera e o relato do Gênesis


A Biosfera e o relato do Gênesis

Ainda não temos conhecimento da existência de outro lugar no Universo, atém da Terra, onde aconteça o fenômeno a que chamamos de vida. A vida na Terra é possível porque a luz do Sol chega até aqui. Graças a sua posição em relação ao Sol, o nosso planeta recebe uma quantidade de energia solar que permite a existência da água em estado líquido, e não apenas em estado sólido (gelo) ou gasoso (vapor). A água é essencial aos organismos vivos. 

A presença de água possibilita a vida das plantas e de outros seres capazes de produzir alimento a partir da energia solar e permite também, indiretamente, a sobrevivência de todos os outros seres vivos que se alimentam de plantas ou animais. Pela fotossíntese que há a absorção de água e gás carbônico e liberação de oxigênio, a energia do Sol é transformada em um tipo de energia presente nos açucares, que pode então ser aproveitada por seres que realizam esse processo e por outros seres a eles relacionados na busca por alimento. A Terra pode ser dividida assim:

ü  Litosfera - a parte sólida formada a partir das rochas;
ü  Hidrosfera - conjunto total de água do planeta (seus rios, lagos, oceanos);
ü  Atmosfera - a camada de ar que envolve o planeta;
ü  Biosfera - as regiões habitadas do planeta.

A Biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas da Terra. Incluem-se na biosfera todos os organismos vivos que vivem no planeta, embora o conceito seja geralmente alargado para incluir também os seus habitats. A biosfera inclui todos os ecossistemas que estão presentes desde as altas montanhas (até 10.000 m de altura) até o fundo do mar (até cerca de 10.000 m de profundidade). Nesse diferentes locais, as condições ambientais também variam.

Quando lemos o capítulo um do livro do Gênesis, percebemos claramente ali que o Criador, para manter a vida humana, animal e vegetal, fez todos os ecossistemas e a biosfera no planeta para que a vida se desenvolvesse adequadamente aqui.

Nos versículo 9 e 10 vemos a separação dos dois ambientes principais do planeta, a hidrosfera e a parte continental.

Nos versos 11 e 12 são formados todos os tipos de vegetação do planeta, que originam a biosfera.

Nos versículos 16 ao 18 são determinados os papeis do |Sol e da Lua para a manutenção da vida e os ciclos diários do planeta.

Dos versos 20 ao 25 são formados todos os seres vivos no planeta para que ocupem todos os habitats da biosfera.

Por fim, nos versos 26 ao 30 Deus criou o homem e a mulher para habitarem e exercerem domínio sobre a natureza.

A biosfera é um gigantesco sistema inteligente de manutenção da vida no planeta e não podemos achar que algo desta magnitude foi gerado por processos não inteligentes.

C. K. Carvalho

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Cristãos, uni-vos!


CRISTÃOS, UNI-VOS!

Vejamos os dados reais da população religiosa e não religiosa em nosso Brasil.

População brasileira atual: mais de 205 milhões de pessoas.[1]

Dados da população religiosa no Brasil Censo 2010[2] nos mostra a tabela abaixo:

Tabela – Distribuição percentual da população residente [...] segundo o grupo de religiões.
2010
100,0
Católica Apostólica Romana
64,6
Evangélicas
22,2
Espírita
2,0
Umbanda e Candomblé
0,3
Sem religião
8,0
Outras religiosidades
2,7
Não sabe/não declarou
0,1
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000/2010.

Portanto, o percentual da população cristã brasileira, incluindo todas as suas ramificações é de 86,8%, isto significa que mais de 177 milhões de brasileiros declaram crença no Cristianismo.
É um fato incontestável de que o Brasil é um país cristão, mesmo que uma parte destes cristãos não sejam praticantes – é outro assunto – também é verdadeiro que há minorias religiosas e não religiosas em nosso país. Por isso é necessário que os cristãos se unam em síntese para:

1)      Promover a paz inter-religiosa. São os cristãos que devem primeiramente promover o diálogo para a liberdade religiosa plena.

2)      Os cristãos devem defender seus direitos religiosos em todos os âmbitos do diálogo, tanto em fóruns, como no Congresso Nacional.

3)      Cristãos devem militar em defesa dos grandes temas sociais, como o da preservação da vida, da erradicação da pobreza, da mitigação da violência em todos os níveis, da igualdade entre os homens e mulheres, da defesa da criança e da formação do adolescente, da liberdade, da natureza, no combate a todas as drogas (lícitas ou ilícitas), no combate ao abuso sexual de todos os moldes, no combate sequestro e desaparecimento de crianças, no combate ao tráfico humano e de órgãos e assim por diante.

4)      Cristãos devem lutar por políticas públicas que melhorem de fato a vida dos habitantes de nossa nação, sem exclusão de pessoas.

5)      São os cristãos que devem estar na dianteira na luta dos direitos humanos, nas questões dos apenados, dos órfãos, dos estrangeiros e na saúde.

6)      Cristãos devem trabalhar em parceria em todas as áreas científicas, do saber humano e da pesquisa tecnológica e do progresso para o benefício da sociedade humana.

7)      Devem unir-se na defesa dos princípios cristãos da família, do casamento, do gênero, do convívio social, da igualdade racial, da paz entre todos, da solidariedade, das Escrituras Sagradas, do amor fraterno e da fé em Cristo.

8)      Por fim, os cristãos devem se unir à Academia, ao Governo e às Organizações Civis para impedir todo e qualquer processo humano ou governamental que vise destruir o estilo de vida que o Cristianismo ajudou a construir no mundo.

Cristãos, uni-vos!

Carlos Carvalho
Teólogo e Cientista Social



[1] Projeção da população do Brasil. http://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/

[2] Censo Demográfico 2010: Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência. http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/94/cd_2010_religiao_deficiencia.pdf

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

A Teoria da Aerodinâmica e o Zangão


A TEORIA AERODINÂMICA E O ZANGÃO

Robert J. O’Reilly, em seu livro O Pensamento Dinâmico, escrevendo sobre uma atitude correta acerca dos supostos obstáculos que uma pessoa pode ter na vida, diz que em uma das fábricas da General Motors acredita-se que haja uma placa contendo a seguinte frase:

“Segundo a teoria da aerodinâmica, e como pode facilmente ser demonstrado através dos experimentos no túnel de vento, o zangão é incapaz de voar. Assim é porque o tamanho, peso e forma de seu corpo, em relação ao total de vento circulando, tornam-lhe impossível o voo.
Mas o zangão, que desconhece essas VERDADES CIENTÍFICAS, segue para diante e voa de qualquer jeito.” (Grifo nosso)

             Parabéns ao zangão!

Carlos Carvalho

Fontes:

Coleção Pensamentos e Textos de Sabedoria. A Essência do Sucesso. São Paulo: Editora Martin Claret, 2001. p.64

O’REILLY, Robert J. O Pensamento Positivo. São Paulo: Editora Cultrix, 1965.

Imagem: Zangão. Fotografia de João Manuel Oliveira Ribeiro. Disponível em: http://planetadafotografia.yolasite.com/galeria-visual.php


domingo, 22 de novembro de 2015

Evidências Diluvianas


EVIDÊNCIAS DILUVIANAS

Que matéria interessante. Vejam os sinais para onde apontam. E isso é pouco, pois não quantificaram as águas debaixo do solo oceânico, por não nos ser possível ainda.

Mapa quantifica pela primeira vez água escondida debaixo da terra no mundo

O volume total de água armazenada no subsolo do planeta é estimado em 23 milhões de km³. Seria o suficiente para cobrir toda a superfície da Terra com uma camada de 180 metros de profundidade.

Essa foi a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores canadenses e publicado na revista científica Nature Geoscience.

Para quantificar a água armazenada nos dois primeiros quilômetros da superfície da Terra, Gleeson e sua equipe combinaram extensas bases de dados e modelos computacionais.

Foram analisados, entre outros fatores, a permeabilidade de rochas e do solo, sua porosidade e características dos lençóis freáticos.

A chave para determinar a idade de toda a água armazenada foram medições feitas com trítio, uma forma radioativa de hidrogênio que surgiu na atmosfera há 50 anos como resultado de testes de bombas termonucleares.

A partir desse elemento químico, os cientistas puderam identificar toda a chuva que chegou ao subsolo desde então.

Dados como esses nos fazem perceber que a narrativa bíblica do dilúvio é muito consistente com o que diz. Cada dia estamos mais perto de perceber como os fatos bíblicos não são “contos de fada”, mas registros reais de histórias reais do passado.


Carlos Carvalho

Fonte:
BBC News

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/11/151119_mapa_agua_subsolo_mundo_rb?ocid=socialflow_facebook

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A Leitura e a evolução


A ARTE DA LEITURA E A EVOLUÇÃO

Albert Einstein disse que a leitura foi a tarefa mais complexa que o homem inventou para si mesmo.

Trabalhar a partir de pressupostos evolucionários é praticamente impossível para desvendar a história do desenvolvimento da leitura (E. B. Huey).

O homem é o único ser que pensa sobre o pensamento.

O homem foi feito de modo a que os símbolos em uma página impressa pode significar alguma coisa.

O antropólogo Alfred Kroeber escreveu que a origem da linguagem é uma das áreas mais obscuras no campo do conhecimento humano.

Os evolucionistas não têm conseguido dar nenhuma explicação razoável para a origem da linguagem.
Em regra geral, se uma criança não ouvir vozes humanas até a idade aproximada de 13 anos, ela nunca vai aprender a falar.

A fim de que a mensagem codificada possa ser percebida pelo cérebro, os olhos devem primeiro se focar com precisão num objeto de modo que apenas um objeto seja visto em vez de dois.

O homem tem a capacidade para se sentar por horas com os olhos na leitura. Isto é significativo, pois embora os primatas, os gatos e os pássaros predatórios tenham a visão binocular, o homem é o único que tem a capacidade mental para a concentração prolongada. É uma capacidade única.

Evolucionistas admitem que pouco se sabe sobre a invenção da escrita. A capacidade do homem para escrever é outra daquelas combinações únicas de habilidades que coloca o homem para além do resto da criação.

As habilidades de pensar, de falar, de ver e entender, e de escrever – todas são necessárias para a leitura ter lugar. A complexidade destas habilidades aponta para um desenho inteligente, aponta para o Deus da Bíblia.


Extraído do texto de Robert A. Peterson para o Creation.com
Disponível em: http://creation.com/man-the-reader


E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Gênesis 1.27

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Astrofísica relata a história de seu abandono ao ateísmo e conversão a Jesus Cristo


Astrofísica relata a história de seu abandono ao ateísmo e conversão a Jesus Cristo


Sarah Salviander, pesquisadora do Departamento de Astronomia da Universidade do Texas e professora de Astrofísica na Universidade Southwestern, cresceu numa família ateia e ao longo de sua juventude, nutriu preconceitos sobre a fé em geral e o cristianismo.

Mas, ao longo da vida, os estudos sobre o universo e as oportunidades de se relacionar com pessoas que seguiam a Jesus Cristo mostrou a ela que seus pontos de vista haviam sido construídos a partir de experiências limitadas. De acordo com o site Aleteia, a conversão a Cristo de Sarah Salviander teve seu momento decisivo quando ela precisou lidar com a morte de sua filha ainda bebê.

“Eu nasci nos Estados Unidos e fui criada no Canadá. Meus pais eram ateus, embora preferissem se definir como ‘agnósticos’. Eles eram carinhosos e mantinham uma ótima conduta moral, mas a religião não teve papel nenhum na minha infância […] O Canadá já era um país pós-cristão. Olhando em retrospectiva, é incrível que, nos primeiros 25 anos da minha vida, eu só conheci três pessoas que se identificaram como cristãs. A minha visão do cristianismo era intensamente negativa. Hoje, olhando para trás, eu percebo que foi uma absorção inconsciente dessa hostilidade geral que existe no Canadá e na Europa em relação ao cristianismo. Eu não sabia nada do cristianismo, mas achava que ele tornava as pessoas fracas e tolas, filosoficamente banais”, resumiu a astrofísica.

Aos 25 anos, quando ela se interessava pela filosofia racionalista de Ayn Rand, ingressou em uma universidade e encontrou seu primeiro conflito: “Entrei no curso de Física da Eastern Oregon University e percebi logo a secura e a esterilidade do objetivismo racionalista, incapaz de responder às grandes questões: ‘qual é o propósito da vida? De onde foi que viemos? Por que estamos aqui? O que acontece quando morremos?’ Eu notei também que esse racionalismo sofria de uma incoerência interna: toda a sua atenção se volta para a verdade objetiva, mas sem apresentar uma fonte para a verdade. E, embora se dissessem focados em desfrutar a vida, os objetivistas racionalistas não pareciam sentir alegria alguma. Pelo contrário: estavam ferozmente preocupados em se manter independentes de qualquer pressão externa”, contou.

“Entrei nos clubes universitários, comecei a fazer amigos, e, pela primeira vez na minha vida, conheci cristãos. Eles não eram como os racionalistas: eram alegres, felizes e inteligentes, muito inteligentes. Fiquei de boca aberta ao descobrir que os meus professores de física, a quem eu admirava muito, eram cristãos. O exemplo pessoal deles começou a me influenciar e eu me via cada vez menos hostil ao cristianismo. No verão, depois do meu segundo ano, participei de um estágio de pesquisa na Universidade da Califórnia, num grupo do Centro de Astrofísica e Ciências Espaciais que estudava as evidências do Big Bang. Era incrível procurar a resposta para a pergunta sobre o nascimento do Universo. Aquilo me fez pensar na observação de Einstein de que a coisa mais incompreensível a respeito do mundo é que o mundo é compreensível. Foi aí que eu comecei a perceber uma ordem subjacente ao universo. Sem saber, ia despertando em mim o que Salmo 19 diz com tanta clareza: ‘Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos’”, relembrou Salviander.

Seu testemunho, nessa fase, é marcado pela busca de respostas mais satisfatórias e a descoberta de que a fé não é um desapego à realidade: “Comecei a perceber que o conceito de Deus e da religião não eram tão filosoficamente banais como eu pensava que fossem. Durante o meu último ano, conheci um estudante finlandês de ciências da computação. Um homem de força, honra e profunda integridade, que, assim como eu, tinha crescido como ateu num país laico, mas que acabou abraçando Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal, aos 20 anos de idade, graças a uma experiência particular muito intensa. Nós nos apaixonamos e nos casamos. De alguma forma, mesmo não sendo religiosa, eu achava reconfortante me casar com um cristão. Terminei a minha formação em física e matemática naquele mesmo ano e, pouco tempo depois, comecei a dar aulas de astrofísica na Universidade do Texas em Austin”.

A essa altura da vida, Sarah Salviander foi obrigada a aprofundar suas reflexões ainda mais quando tomou contato com o livro “The Science of God” (“A Ciência de Deus”, em tradução do inglês). “Fiquei intrigada com o título e alguma coisa me levou a lê-lo, talvez o anseio por uma conexão mais profunda com Deus. Tudo o que sei é que aquilo que eu li mudou a minha vida para sempre. O Dr. [Gerald] Schroeder é físico do MIT e teólogo. Eu notei então que, incrivelmente, por trás da linguagem metafórica, a Bíblia e a ciência estão em completo acordo. Também li os Evangelhos e achei a pessoa de Jesus Cristo extremamente convincente; me senti como quando Einstein disse que ficou ‘fascinado com a figura luminosa do Nazareno’. Mesmo com tudo isso, apesar de reconhecer a verdade e de estar intelectualmente segura quanto a ela, eu ainda não estava convencida de coração”, contextualizou.

Mais adiante, em seu relato, Sarah Salviander contou como se converteu ao cristianismo, há apenas dois anos. Com a razão já completamente satisfeita sobre as questões filosóficas da fé, ela conta que sua escolha por servir a Cristo aconteceu em um momento que, mesmo com todas as respostas, não podia interferir nos fatos.

“Eu fui diagnosticada com câncer. Não muito tempo depois, meu marido teve meningite e encefalite; ele se curou, felizmente, mas levou certo tempo. A nossa filhinha Ellinor tinha cerca de seis meses quando descobrimos que ela sofria de trissomia 18, uma anomalia cromossômica fatal. Ellinor morreu pouco depois. Foi a perda mais devastadora da nossa vida. Eu caí nas mãos do desespero até que tive, lucidamente, uma visão da nossa filha nos braços amorosos do Pai celestial: foi só então que eu encontrei a paz. Depois de todas essas provações, o meu marido e eu não só ficamos ainda mais unidos, como também mais próximos de Deus. A minha fé já era real. Eu não sei como teria passado por essas provações se tivesse continuado ateia. Quando você tem 20 anos, boa saúde e a família por perto, você se sente imortal. Mas chega um momento em que a sensação de imortalidade evapora e você se vê forçada a enfrentar a inevitabilidade da própria morte e da morte das pessoas mais queridas”, constatou.

Em sua conclusão sobre a fé, a ciência e sua história de vida, Salviander contou que após sua conversão, se deparou com um questionamento e que sua resposta à dúvida proporcionou alívio a um de seus alunos, e que hoje entende o propósito da morte de Jesus, o Cristo.

“Eu amo a minha carreira de astrofísica. Não consigo pensar em nada melhor do que estudar o funcionamento do universo e me dou conta, agora, de que a atração que eu sempre senti pelo espaço não era nada mais do que um intenso desejo de me conectar com Deus. Eu nunca vou me esquecer de um estudante que, pouco tempo depois da minha conversão, me perguntou se era possível ser cientista e acreditar em Deus. Eu disse que sim, claro que sim. Vi que ele ficou visivelmente aliviado. Ele me contou que outro professor tinha respondido que não. Eu me perguntei quantos outros jovens estavam diante de questões semelhantes e decidi, naquela hora, que iria ajudar os que estivessem lutando com esses questionamentos. Eu sei que vai ser uma jornada difícil, mas o significado do sacrifício de Jesus não deixa dúvidas quanto ao que eu tenho que fazer”, finalizou.


Fonte:
Publicado por Tiago Chagas em 24 de agosto de 2015

Notícias Gospel