terça-feira, 26 de abril de 2016

Evidências


EVIDÊNCIAS

O Universo tem de ser grande e velho como é para conter habitantes vivos como você e eu.

O Universo está ajustado para a habitação humana.

“O ajuste delicado do Universo em cada nível é simplesmente perfeito demais para ser resultado do acaso.” (Antony Flew – Filósofo e ex-ateu)

“Quem consegue acreditar em múltiplos universos não deveria ter problemas para acreditar em céu e inferno.” (Owen Gingerich – Astrônomo de Harvard)

“Parece que, para abolir um Deus inobservável, é preciso uma infinidade de substitutos inobserváveis.” (Stephen Barr – Físico)

“Se o fundamento divino das leis for removido, a existência delas se torna um profundo mistério. De onde elas vêm? Quem enviou a mensagem? Quem inventou o código?” (Paul Davies – Físico)


Dinesh D´Souza
Um planeta projetado: O lugar especial do homem na criação.


Arrogância Científica


ARROGÂNCIA CIENTÍFICA


Nós ficamos do lado da ciência apesar do absurdo evidente de alguns de seus conceitos, da sua falha para cumprir muitas de suas extravagantes promessas de saúde e vida, da intolerância da comunidade científica por histórias sem substâncias, porque temos um compromisso com o materialismo.

Não é que os métodos e instituições da ciência, de alguma forma, nos levam a aceitar a explicação material do mundo dos fenômenos, mas, ao contrário, somos forçados por nossa aderência anterior às causas materiais a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produz explicações materiais, não importando quão diferente seja, não importando o quão místico seja para o iniciado.

Além disso, o materialismo é um absoluto, por isso não podemos permitir um “pé divino” na porta.
(Ênfase nossa em negrito)


Richard Lewotin
Billions and Billions of Demons, The New York Review, 9 de janeiro de 1997, pág. 31.
Extraído de:
Criação X Evolução: onde está a verdade científica? Dr. Grady S. McMurtry. AD Santos Editora, 2010, pág. 6.


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Sinceridade Científica


SINCERIDADE CIENTÍFICA

“Neste ponto, é necessário revelar um pouco de informação confidencial de como os cientistas trabalham, algo que os livros normalmente não nos falam. O fato é que os cientistas não são realmente tão objetivos e imparciais em seus trabalhos como eles querem que você pense.

A maioria dos cientistas, em primeiro lugar, adota suas ideias de como o mundo funciona, não através de processos lógicos rigorosos, mas por meio de intuições e e adivinhações absurdas. Como indivíduos, eles acreditam em algo como verdade, muito tempo antes de reunir as evidências necessárias que convencerão alguém de que aquilo é verdade.

Motivados pela fé em suas próprias ideias e um desejo de aceitação pelos seus colegas, um cientista trabalhará por anos, acreditando em seu coração que sua teoria é correta, mas fazendo experiências atrás de experiências, nas quais ele espera que os resultados apóiem sua posição.”


Boyce Rensberger
How the World Works, New York, 1986, pg. 1718

Extraído de: Criação X Evolução: Onde está a verdade científica. Dr. Grady S. McMurtry. AD Santos Editora, 2010, pg.5.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

O Que É Uma Hipótese?


O QUE É UMA HIPÓTESE?


Uma hipótese é uma teoria não comprovada aceita experimentalmente para explicar certos fatos. A hipótese tem que explicar o que é conhecido sobre o fenômeno naquela época – isto tem que ser consistente com os fatos.

A hipótese tem que ser capaz de fazer previsões sobre as observações que ainda não foram feitas. Tem que ser capaz de ser testada e tem que ter o potencial de ser provada como falsa. Uma vez que uma hipótese foi formada, tem que ser então testada antes de ser verdadeiramente elevada ao nível de uma teoria.

É por isto que nem a Criação Especial ou as teorias evolucionárias são verdadeiramente teorias; elas não são testáveis e por isso são hipóteses boas para o trabalho. Elas são chamadas de teorias simplesmente por causa do uso comum.


Dr. Grady S. McMurtry
Criação X Evolução: onde está a verdade científica?
AD Santos Editora, 2010.


sexta-feira, 18 de março de 2016

O Cristianismo


O CRISTIANISMO


Um rei francês, certa feita, sugeriu à sua corte que iniciassem uma 
nova onda de perseguição contra os cristãos em seus domínios.

Um general conselheiro, porém, replicou à proposta real com estas 
palavras:

"Majestade, a Igreja de Deus é uma bigorna que já destruiu muitos 
martelos!"


John Lea

The Greatest Book in the World, Philadelphia, 1929.

sábado, 30 de janeiro de 2016

O estranho fóssil de baleia: evidência do dilúvio universal?

O estranho fóssil de baleia: evidência do dilúvio universal?

               
                                Figure 1. Artist’s conception of the whale ‘on its tail’ at Lompoc, according to Ackerman

A fossilização é um evento raro e, para tanto, deve haver soterramento de forma rápida, antes que o animal morto comece a apodrecer, a se decompor ou a ser consumido no ambiente – devido a animais carniceiros, a microorganismos, à ação da chuva e do sol, etc. Em abril de 1976, foram encontrados os restos fósseis de uma baleia de cerca de 25 metros no interior de um depósito de diatomáceas (esqueletos minúsculos de algas unicelulares), na mina Miguelito, em Lompoc, Califórnia, EUA. Infelizmente, naquele mesmo ano, o fóssil ainda não tinha sido completamente desenterrado quando o artigo descrevendo o achado foi publicado.[1] Mas ao longo do período de escavação a equipe do Museu de História Natural de Los Angeles teve uma surpresa em relação à posição em que o fóssil da baleia se encontrava.

O fóssil estava na posição vertical, apoiado sobre a cauda, ultrapassando vários estratos geológicos. Como poderia esse fóssil de baleia ter mantido sua posição e integridade ao longo de centenas de milhares de anos, sendo enterrado gradual e lentamente milímetro após milímetro? Uma investigação no local, a partir de uma perspectiva atualista, revelou que a unidade de diatomito (rocha porosa e absorvente) que enterrou a baleia também estava inclinada no mesmo ângulo, portanto, a baleia deve ter sido enterrada no diatomito quando ambas estavam na posição horizontal, e mais tarde os movimentos de terra foram elevando-as e inclinando-as em sua orientação atual.

Portanto, a explicação atualista é a de que houve um deslizamento de terra submarino durante um dos inúmeros terremotos da Califórnia e o conjunto rochoso se deslocou e soterrou o animal, porém, o que o atualismo não explica satisfatoriamente é a sedimentação que teria de ser muito rápida para poder preservar cada osso da baleia em sua posição original, sem qualquer deslocamento com relação à sua orientação.[2] O modelo criacionista prevê um enterro catastrófico e, também, uma rápida deposição das camadas de sedimentos, sepultando as diatomáceas; isso somente ocorreria por meio de um enorme episódio catastrófico: um dilúvio universal.[3]

De fato, para ser evitada a dispersão dos ossos, o soterramento deve ter ocorrido no máximo em três anos. Parece que as correntes marinhas teriam acumulado enormes quantidades desses seres (isto é, de diatomáceas) para formar o que alguns chamaram de “um purê de organismos”. Aliás, se esse diatomito foi depositado gradualmente, como reivindicado por geólogos atualistas, o diatomito não seria puro, como ele é. Ademais, a taxa de deposição lenta resultaria em corrosão e eliminação dos ossos da baleia, porque a caixa torácica, por exemplo, teria ficado aguardando sepultamento por eras. 

Se não bastasse, a deposição Lompoc não apresentou moradores de fundo do mar (moluscos, mexilhões e caracóis), em vez disso foram encontrados no local outros companheiros fósseis para a baleia, tais como “bacalhau, peixes arenque, peixes-agulha [parente dos cavalos-marinhos], leões marinhos e pássaros, nenhum dos quais é morador do fundo do mar”, tornando-se evidente que “o conjunto Lompoc representa um cemitério fóssil catastroficamente enterrado, não o enterro progressivo de um habitat.”[2: p. 256]

O curioso é que, de acordo com o pessoal do museu, até meados de 1997, a camada de rocha de diatomito contendo o fóssil da baleia permanecia sobre um vagão no fundo do museu devido à falta de dinheiro e ao espaço necessário para que fosse curadoriada.[4] Será mesmo esse o real motivo de o achado ter sido ignorado por décadas? Talvez uma evidência como essa que aponta para uma catástrofe de grande escala e contraria o atualismo vigente não ofereça mesmo um bom motivo para curadoriá-la.

DR ANDREW A. SNELLING
Everton Fernando Alves é enfermeiro e mestre em Ciências da Saúde pela UEM

Referências:
[1] Reese KM. “Workers find whale in diatomaceous earth quarry.” Chemical and Engineering News 1976; 54(41):40.
[2] Snelling AA. “The Whale Fossil in Diatomite, Lompoc, California.” CEN Tech. J. 1995; 9(2):244-58. Disponível em:
[3] Ackerman PD. It’s a Young World After All. Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1986, p. 81-83.
[4] South D. “A Whale of a Tale.” The TalkOrigins Archive, 1997. Disponível em:http://www.talkorigins.org/faqs/polystrate/whale.html


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Design Divino


DESIGN Divino

Em seu livro Infinite Minds, John A. Leslie, um dos prin­cipais teóricos antrópicos, argumenta que a melhor ex­plicação para a sintonia perfeita é o desígnio divino. Ele diz que não se impressiona com argumentos que exem­plificam a sintonia perfeita, mas com o fato de esses ar­gumentos existirem em tal profusão. "Se há aspectos do funcionamento da natureza que parecem muito auspi­ciosos e também inteiramente fundamentais", Leslie es­creve, "então eles poderiam ser vistos como prova a fa­vor da crença em Deus". Ele cita exemplos dos tais "auspiciosos" e "fundamentais" aspectos do funciona­mento da natureza:

1. O princípio da relatividade especial — ou restrita — assegura que forças como o eletromagnetismo tenham efeito invariável, não importando se agem em ângulos retos na direção de um sistema, ou se viajam. Isso permite que códigos genéticos fun­cionem e que planetas se mantenham unidos en­quanto giram.

2. Leis quânticas impedem que os elétrons girem para dentro do núcleo atômico.

3. O eletromagnetismo tem uma única força que permite que aconteçam múltiplos processos es­senciais: permite que estrelas brilhem de modo constante por bilhões de anos; que o carbono se sintetize em estrelas; assegura que léptons não substituam quarks, o que tornaria os átomos im­possíveis; é responsável por não deixar que os prótons se desintegrem depressa demais ou que se repilam mutuamente com força exagerada, o que tornaria a química impossível. Como é possí­vel que essa mesma força única satisfaça tantos requisitos diferentes, quando parece que seria necessária uma força diferente para cada um des­ses processos?


Referência:
FLEW, Anthony. Deus Existe. Deus existe: as provas incontestáveis de um filósofo que não acre­ditava em nada / Antony Flew; tradução Vera Maria Marques Martins. — São Paulo : Ediouro, 2008. p. 85.


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

A origem da dignidade humana


A origem da dignidade humana


A igualdade dos seres humanos é um legado do Cristianismo que todas as pessoas seculares valorizam. Se abrirmos mão do Cristianismo, o Ocidente também terá como resultado a erosão sistemática de valores hoje compartilhados por religiosos e não-religiosos, como o da igualdade de todos os homens, sua dignidade e direitos.

O caráter precioso e a igualdade de cada vida humana é um conceito cristão. Na Grécia e Roma antiga,a vida humana tinha muito pouco valor. Por muitos séculos, antes mesmo do Cristianismo, a escravidão não precisou de defensores porque não tinha críticos. Herdamos do Cristianismo o conceito moderno de liberdade. Mesmo Nietzsche sabia que a vida e os valores do Ocidente estão baseados no Cristianismo, mesmo que não gostasse disso:

“Outro conceito cristão, não menos insano: o conceito de igualdade das almas diante de Deus. Esse conceito oferece o protótipo de todas as teorias dos direitos iguais.”
Friedrich Nietzsche, The Will to Power (O Desejo de poder)

Se, como alguns insensatos, querem a morte do Cristianismo, por o considerarem algo ultrapassado e que deve ser substituído, também devem estar prontos para aquilo que isso acarretará no mundo, como a extinção gradual de valores como a dignidade humana, o direito que impede o indivíduo ser torturado e os direitos de igualdade de tratamento reivindicados por mulheres, minorias e pobres.

Querem estes abrir mãos desses valores também?


Carlos Carvalho
Teólogo e Cientista Social

Fonte:
D’SOUZA, Dinesh. A Verdade Sobre o Cristianismo. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2008.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Primeira pesquisa mundial sobre religião e ciência tem resultados surpreendentes


Primeira pesquisa mundial sobre religião e ciência tem resultados surpreendentes

Será que todos os cientistas são ateus? Eles acreditam que religião e ciência podem coexistir? Ou acham que as duas coisas são conflitantes? Enquanto existem muitas assunções e sensos comuns sobre o tema, uma nova pesquisa resolveu tirar esse assunto a limpo, e seus resultados foram surpreendentes.

O método

Esse foi o primeiro estudo mundial – e o maior – sobre como os cientistas veem a religião, conduzido pela Universidade Rice, dos Estados Unidos. Os pesquisadores recolheram informações de 9.422 entrevistados em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA. Eles também viajaram a estas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 cientistas.

Ao entrevistar cientistas em várias fases da carreira, nas aéreas de biologia e física, em instituições de elite e não de elite, os pesquisadores esperavam ter uma visão representante dos cientistas sobre religião, ética e como ambas se cruzam com seu trabalho científico.

Os resultados desafiam os pressupostos de longa data sobre a dupla ciência-fé. Enquanto é comumente assumido que a maioria dos cientistas são ateus, a perspectiva global do estudo mostra que esse simplesmente não é o caso.

Descobertas

“Mais da metade dos cientistas na Índia, Itália, Taiwan e Turquia se identificaram como religiosos”, disse a principal autora do estudo, Elaine Howard Ecklund, diretora do Programa de Religião e Vida Pública da Universidade Rice. “E é impressionante que existam aproximadamente o dobro de ‘ateus convictos’ na população geral de Hong Kong (55%), por exemplo, em comparação com a comunidade científica nesta região (26%)”.

Os pesquisadores descobriram que os cientistas geralmente são menos religiosos do que uma dada população em geral. No entanto, houve exceções: 39% dos cientistas em Hong Kong se identificam como religiosos em comparação com 20% da população geral de Hong Kong. Além disso, 54% dos cientistas em Taiwan se identificam como religiosos em comparação com 44% da população geral de Taiwan.

Quando perguntados sobre os conflitos entre religião e ciência, apenas uma minoria dos cientistas em cada contexto regional disse acreditar que ciência e religião estejam em conflito.

No Reino Unido – um dos países mais seculares do estudo -, apenas 32% dos cientistas caracterizaram a intersecção entre ciência e fé como conflituosa. Nos EUA, este número foi de apenas 29%. Por fim, 25% dos cientistas de Hong Kong, 27% dos cientistas da Índia e 23% dos cientistas de Taiwan acreditam que ciência e religião podem coexistir e ser usadas para ajudar uma a outra.

Nuances

Além dos resultados quantitativos do estudo, os pesquisadores descobriram nuances nas respostas dos cientistas durante as entrevistas em profundidade. Por exemplo, numerosos cientistas expressaram que a religião pode fornecer uma “base” em áreas eticamente cinzentas. “Religião fornece uma base naquelas ocasiões em que você pode ficar tentado a tomar um atalho porque deseja ter algo publicado e pensa: ‘Oh, essa experiência não foi boa o suficiente, mas se eu retratá-la desta forma vai parecer que sim’”, exemplifica um professor de biologia do Reino Unido.

Outro cientista disse que o ateísmo tem vertentes, algumas das quais incluem tradições religiosas. “Eu não tenho nenhum problema de ir à missa, é uma coisa cultural”, disse um físico do Reino Unido que por vezes frequenta a igreja porque sua filha canta no coral. “Não tenho fé religiosa, mas não me preocupa que a religião ainda exista”.

Finalmente, muitos cientistas mencionaram que convivem com visões religiosas de colegas ou alunos. “Questões religiosas são muito comuns aqui, todo mundo fala que templo frequenta, a qual igreja costuma ir. Portanto, não é realmente um problema que precisa ser escondido”, disse um professor de biologia de Taiwan.

Aplicações

Ecklund disse que o estudo tem muitas implicações importantes que podem ser aplicadas a processos de contratação de universidades, na estruturação de salas de aula e laboratórios e em políticas públicas gerais.

Educação afeta religião – mas de uma forma mais complexa do que se pensava. “A ciência é um empreendimento global”, afirma a pesquisadora. “E enquanto a ciência for global, então temos de reconhecer que as fronteiras entre ciência e religião são mais permeáveis do que a maioria das pessoas pensa”.

Fonte:
Phys.org

http://phys.org/news/2015-12-worldwide-survey-religion-science-scientists.html

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A Biosfera e o relato do Gênesis


A Biosfera e o relato do Gênesis

Ainda não temos conhecimento da existência de outro lugar no Universo, atém da Terra, onde aconteça o fenômeno a que chamamos de vida. A vida na Terra é possível porque a luz do Sol chega até aqui. Graças a sua posição em relação ao Sol, o nosso planeta recebe uma quantidade de energia solar que permite a existência da água em estado líquido, e não apenas em estado sólido (gelo) ou gasoso (vapor). A água é essencial aos organismos vivos. 

A presença de água possibilita a vida das plantas e de outros seres capazes de produzir alimento a partir da energia solar e permite também, indiretamente, a sobrevivência de todos os outros seres vivos que se alimentam de plantas ou animais. Pela fotossíntese que há a absorção de água e gás carbônico e liberação de oxigênio, a energia do Sol é transformada em um tipo de energia presente nos açucares, que pode então ser aproveitada por seres que realizam esse processo e por outros seres a eles relacionados na busca por alimento. A Terra pode ser dividida assim:

ü  Litosfera - a parte sólida formada a partir das rochas;
ü  Hidrosfera - conjunto total de água do planeta (seus rios, lagos, oceanos);
ü  Atmosfera - a camada de ar que envolve o planeta;
ü  Biosfera - as regiões habitadas do planeta.

A Biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas da Terra. Incluem-se na biosfera todos os organismos vivos que vivem no planeta, embora o conceito seja geralmente alargado para incluir também os seus habitats. A biosfera inclui todos os ecossistemas que estão presentes desde as altas montanhas (até 10.000 m de altura) até o fundo do mar (até cerca de 10.000 m de profundidade). Nesse diferentes locais, as condições ambientais também variam.

Quando lemos o capítulo um do livro do Gênesis, percebemos claramente ali que o Criador, para manter a vida humana, animal e vegetal, fez todos os ecossistemas e a biosfera no planeta para que a vida se desenvolvesse adequadamente aqui.

Nos versículo 9 e 10 vemos a separação dos dois ambientes principais do planeta, a hidrosfera e a parte continental.

Nos versos 11 e 12 são formados todos os tipos de vegetação do planeta, que originam a biosfera.

Nos versículos 16 ao 18 são determinados os papeis do |Sol e da Lua para a manutenção da vida e os ciclos diários do planeta.

Dos versos 20 ao 25 são formados todos os seres vivos no planeta para que ocupem todos os habitats da biosfera.

Por fim, nos versos 26 ao 30 Deus criou o homem e a mulher para habitarem e exercerem domínio sobre a natureza.

A biosfera é um gigantesco sistema inteligente de manutenção da vida no planeta e não podemos achar que algo desta magnitude foi gerado por processos não inteligentes.

C. K. Carvalho