segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mais uma falsificação pré-histórica

Na história das descobertas de fósseis de animais e seres humanos têm sido detectadas numerosas fraudes, visivelmente efetuadas para favorecer a visão evolucionista das origens dos seres vivos. A seguir, transcreve-se a notícia sobre uma fraude recentemente descoberta, na qual se envolve o comércio ilícito de fósseis no Brasil. A notícia foi veiculada pelo JC e-mail 4763, de 08 de Julho de 2013 com o título Museu da Espanha exibe fóssil brasileiro cheio de adulterações e o subtítulo Paleontólogo italiano analisou peça do CosmoCaixa, de Barcelona, e descobriu um pterossauro 'Frankenstein'.

O fóssil de um pterossauro brasileiro superconservado é destaque em um dos principais museus de ciência do mundo, o CosmoCaixa, em Barcelona. Milhares de pessoas viram o bicho, inclusive muitos especialistas, mas só um paleontólogo achou que havia algo errado e foi a fundo no assunto. Acabou descobrindo uma falsificação. A peça era vista por muitos com um dos exemplares mais preservados do Cretáceo Inferior (entre 100 milhões e 145 milhões de anos atrás). O trabalho de Fabio Dalla Vecchia, no entanto, mostrou que se trata de uma espécie de "Frankenstein" paleontológico: uma composição de vários fósseis diferentes que são montados para darem a aparência de que são os restos de apenas um indivíduo. E mais: apesar de ser uma composição de vários animais diferentes, os cientistas não conseguiram provar que nenhum deles era, de fato, um Anhanguera piscator, como diz o museu.

Algumas partes da peça nem fósseis eram, mas sim pedaços de plástico pintado. "A importância científica desse exemplar é bem menor do que nós pensávamos no início", diz Dalla Vecchia. Para descobrir a montagem, o cientista e seus colaboradores fizeram um verdadeiro trabalho de detetive.

Com a autorização do museu, o grupo olhou o material com lentes de aumento. Já foi o suficiente para detectar algumas partes da composição, sobretudo as de plástico. O crânio e a mandíbula, o mais relevante cientificamente, foram removidos e submetidos a exames de luz ultravioleta e de tomografia computadorizada. O esqueleto não podia ser removido. Eles identificaram que 50% do crânio e da mandíbula eram reconstituídos. Na parte que era verdadeira, houve uma combinação de partes de vários indivíduos. O cientista diz que devem existir vários casos semelhantes, já que essas falsificações são relativamente comuns. Uma das mais famosas foi apresentada pela Sociedade Geográfica Nacional dos EUA em 1999 como o "elo perdido" da evolução dinossauro-pássaro. Batizado de Archaeoraptorliaoningensis, ele parecia ter o corpo de um pássaro com um rabo de dinossauro. Algum tempo depois, os cientistas viram que eram dois animais distintos colocados para parecerem um só.

O Museu Nacional do País de Gales foi outro atingido. Após 116 anos exibindo um suposto fóssil de Icthyosaurus, um réptil marinho, a instituição descobriu que se tratava de uma combinação de duas criaturas marinhas, com pedaços feitos de gesso.

Fósseis bem preservados são mais valiosos. Por isso, há muita gente que tenta dar uma "forcinha" para a natureza, criando peças que são verdadeiros Frankensteins. O antigo habitat do pterossauro Anhanguera piscator, na chapada do Araripe, no Nordeste, concentra uma grande diversidade de répteis voadores e é famoso pela boa conservação dos fósseis. Por isso, muito embora a venda de fósseis no Brasil seja proibida, é comum que pessoas explorem a área clandestinamente, já que eles são facilmente encontrados.

O trabalho de Della Vecchia foi apresentado no Rio-Ptero, simpósio internacional de pterossauros no Rio, e provocou reações exaltadas da plateia. Ironicamente, por motivos distintos. A maioria dos pesquisadores brasileiros ressaltou que esse é o tipo de coisa que acontece quando se compram fósseis ilegalmente. Já os estrangeiros ficaram mais preocupados com a falta de confiabilidade de seus fornecedores regulares. O museu, porém, diz não ter a intenção de tirar a peça de exposição. Jorge Wagensberg, diretor científico da Fundação La Caixa, diz que, em breve, a informação de que se trata de uma composição será inserida na descrição da peça.

Apesar de a placa do fóssil no museu não fazer menção ao fato de que se trata de uma composição, Jorge Wagensberg, diretor científico da Fundação La Caixa, divisão de um banco espanhol que é dona do museu, disse à Folha que sabia desde o início que se tratava de uma montagem com vários animais. Segundo Wagensberg, ele comprou o fóssil pessoalmente em 1998, em Denver, nos EUA. Ele diz ter sido acompanhado por dois especialistas. "Só pelo preço eu já sabia que não era original". Paleontólogos ouvidos pela reportagem, no entanto, disseram que duvidam de que o museu soubesse do "Frankenstein" desde o início. "Você queria o quê? Que eles reconhecessem que foram enganados?", perguntou, rindo, um deles. Questionado pela reportagem sobre o fato de não haver qualquer menção no museu sobre o fóssil ser uma composição, considerando que ele diz que isso era um fato conhecido, ele disse: "A área para descrição de cada exemplar é uma placa muito pequenininha. Se fôssemos detalhar tudo, não caberia". Ele diz, no entanto, que vai colocar um pequeno aviso.

Segundo Wagensberg, as composições são um recurso que pode ser usado sem prejuízo quando o objetivo é explicar ao público alguns aspectos mais gerais, como a aparência de um fóssil de perto. Questionado se considerava correto comprar fósseis de países em que esse comércio é considerado ilegal, o diretor disse que só poderia responder sobre os aspectos científicos.

Giuliana Miranda / Folha de S.Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cienciasaude/117867-museu-da-espanha-exibe-fossil-brasileiro-cheio-de-adulteracoes.shtml


quarta-feira, 4 de setembro de 2013


Eva Mitocondrial

A biologia molecular tem descoberto evidências reais que sugerem que os seres humanos vieram de um único ancestral comum. O DNA dentro do núcleo de nossas células contém genes que nós herdamos tanto de nossa mãe quanto de nosso pai. Interessantes descobertas foram feitas a respeito do DNA. Encontraram mitocôndrias dentro daquilo que se conhece como “estações geradoras de força”, dentro das células, mas fora do núcleo. A mitocôndria também contém esses genes.

Mas eles são transmitidos apenas pela fêmea. Vicent Sarich e Allan Wilson, bioquímicos de Berkeley, apoiando em estudos de outros companheiros que os antecederam e acrescentado novos dados, estavam interessados em fazer um gráfico da migração dos povos ao redor do mundo. Eles procuraram voltar no tempo para achar a mulher que teria transmitido esse DNA mitocondrial.

Coletaram uma seção cruzada de amostras de DNA de mulheres ao redor do mundo e concluíram de sua pesquisa que as características do DNA de todas as mulheres que testaram vieram da mesma mulher. Ela ficou conhecida como a Eva mitocondrial e também chamada de “mãe da sorte”.

Duas coisas precisam se fazer claras. Primeiro, é óbvio que esta não é a Eva da Bíblia, mas nada desabona sua concorrência ao posto de primeira mulher, visto que as evidências apontam para o relato do texto sagrado. Segundo, os bioquímicos alteraram em muitos as datas aceitas para o homem moderno com essa pesquisa o colocando num período bem mais próximo, entre 100.000 e 200.000 anos.


Carlos Carvalho


Referências
Descobertas recentes em Paleoantropologia. http://www.athenapub.com/molclock.htm
Os cientistas por trás da Eva mitocondrial – entrevista. http://io9.com/5879991/the-scientists-behind-mitochondrial-eve-tell-us-about-the-lucky-mother-who-changed-human-evolution-forever
301 provas & profecias surpreendentes. Peter e Paul Lalonde. Actual Edições, 1999. p. 86.


sexta-feira, 23 de agosto de 2013


Introdução Arqueológica ao Estudo Bíblico

A porta para o mundo histórico do Antigo Testamento fora aberta já em 1843 pelo francês Paul-Émile Botta. Em escavações efetuadas em Khursabad, na Mesopotâmia, ele se encontrou inesperadamente diante das imagens em relevo de Sargão II, o rei assírio que despovoou Israel e conduziu seu povo em longas colunas. Os relatos das campanhas desse soberano relacionam-se com a conquista de Samaria, igualmente descrita na Bíblia.

Há cerca de um século, estudiosos americanos, ingleses, franceses e alemães vêm fazendo escavações no Oriente Próximo, na Mesopotâmia, na Palestina e no Egito. As grandes nações fundaram institutos e escolas especializadas nesses trabalhos de pesquisa. Em 1869, foi criado o Palestine-Exploration Fund; em 1892, a École Biblique dos dominicanos de Saint-Étienne; seguindo-se, em 1898, a Deutsche Orientgesellschaft; em 1900, a American School of Oriental Research; e em 1901, o Deutscher Evangelischer Instituí für Altertumskunde.

Na Palestina, são descobertos lugares e cidades muitas vezes mencionados na Bíblia. Apresentam-se exatamente como a Bíblia os descreve e no lugar exato em que ela os situa. Em inscrições e monumentos arquitetônicos primitivos, os pesquisadores encontram cada vez mais personagens do Velho e do Novo Testamento. Relevos contemporâneos mostram imagens de povos de que só tínhamos conhecimento de nome. Seus traços fisionômicos, seus trajes, suas armas adquirem forma para a posteridade.

Esculturas e imagens gigantescas mostram os hititas de grosso nariz, os altos e esbeltos filisteus, os elegantes príncipes cananeus, com seus “carros de ferro”, tão temidos por Israel, os pacíficos e sorridentes reis de Mari — contemporâneos de Abraão. Através dos milênios, os reis assírios não perderam nada de seu semblante altivo e feroz: Teglath  Phalasar III, famoso no Velho Testamento com o nome de Fui Senaquerib, que destruiu Lakish e sitiou Jerusalém, Asaradão, que mandou pôr a ferros o Rei Manassés, e Assurbanipal, o “grande e famoso Asnafar” do livro de Esdras.

Como fizeram com Nínive e Nemrod — a antiga Cale —, como fizeram com Assur e Tebas, que os profetas chamavam No-Amon, os pesquisadores despertaram do sono do passado a famosa Babel da Bíblia, com sua torre fabulosa. Os arqueólogos encontraram no delta do Nilo as cidades de Pitom e Ramsés, onde Israel sofreu odiosa escravidão, descobriram as camadas de fogo e destruição que acompanharam a marcha dos filhos de
Israel na conquista de Canaã, e em Gabaon a fortaleza de Saul, sobre cujos muros o jovem Davi cantou para ele ao som da harpa; em Magedo descobriram uma cavalariça gigantesca do Rei Salomão, que tinha doze mil soldados a cavalo.

Werner Keller (1909 – 1980).  Extraído de “E a Bíblia tinha razão” (E-book em Pdf)

Alemão, Escritor, Jornalista, Engenheiro mecânico, Médico e Doutor em Direito.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013


A evolução do Homem

Muitas pessoas se recusam a crer no relato bíblico de Gênesis porque foram ensinadas que o homem evoluiu do macaco para criaturas parecidas com o homem, conhecidas como hominídeos, e finalmente para o homem moderno. A Bíblia, dizem eles, não faz nenhuma menção a estes homens das cavernas, e por isso ela simplesmente não pode ser precisa. Enquanto parece haver evidências arqueológicas para a existência de tais hominídeos, muitos dos exemplos usados para provar sua existência têm sido ou fraudulentos ou baseado em evidências insuficientes.
Por exemplo, o caso do chamado Homem de Nebraska. Em 1922 um dente molar foi desenterrado no estado de Nebraska. O professor Henry Osborn (não é o Duende-Verde), que era chefe do Museu Norte-Americano de História Natural, afirmou que esse dente pertenceu a um hominídeo primitivo. Uma representação de um artista, baseada em um dente desse suposto homem-macaco foi desenhada. Mais tarde, em 1928, foi descoberto que o dente tinha, na verdade, vindo de um porco extinto. Mas de alguma forma, por incrível que pareça, a descrição do artista continua por aí.
Consideremos o caso de “Lucy”. No meio dos anos 70 o paleontologista Carl Johanson desenterrou, na Etiópia, parte de um esqueleto apelidado de “Lucy”. Ela era supostamente uma representante primitiva de uma linhagem de primatas que era bípede (que anda ereta sobre os pés). Mais tarde fomos informados de que, na realidade, apenas 40% de esqueleto de Lucy havia sido encontrado. Posteriormente, Johanson revelou, numa entrevista na Universidade do Missouri, que a junta do joelho com a qual ele determinou que Lucy era bípede foi descoberta em uma camada de rocha que estava não apenas a 18,5 metros mais abaixo que o resto do esqueleto de Lucy, como também a mais de 800 metros de distância!
Os antropologistas reivindicam que, mesmo que alguns exemplos da linhagem dos primatas sejam falsos, ainda existem casos legítimos o suficiente para provar a existência de hominídeos. Afinal, existem ossos em exibição nos museus que parecem mostrar sua existência. Essa é uma área cinzenta para a qual nem a natureza, nem a Bíblia, oferecem uma solução concreta. O fato de a Bíblia não mencionar esses primatas não significa necessariamente que Deus não os tenha criado. Afinal, a Bíblia não dá (nem se propõe a dar) um relato completo e definitivo da cronologia e das espécies na criação. Ela também não menciona os insetos no relato de Gênesis. É um sumário bem abreviado. Portanto, é natural que categorias inteiras de criaturas tais como os insetos tenham sido omitidas.

Peter & Paul Lalonde

Carlos Carvalho

quarta-feira, 14 de agosto de 2013


Os “caldeirões” das minas de carvão.


Algo que é frequentemente visto em minas de carvão é uma característica conhecida como um “caldeirão”, que aparece como uma rocha circular no teto das minhas. Na verdade, isso é o fundo de um tronco de uma árvore fossilizada que se estende através de diferentes camadas de rocha na mina.

E o que isso tem a ver com a idade da Terra? A resposta está na maneira em que se entende que o carvão seja formado. Acredita-se que várias camadas de turfa se acumulam ao longo dos anos e foram finalmente cobertas por sedimentos no fundo do oceano. Acredita-se que a turfa tenha se transformado em carvão como resultado de grande calor e pressão resultantes do sepultamento debaixo do grande peso das águas e dos sedimentos do oceano.

Sabemos hoje que a lama se acumula no fundo do oceano em taxas que variam entre um a vinte e cinco milímetros por ano. Nessa taxa, levaria milhões de anos para a turfa se transformar em carvão. E o que isso tem a ver com os fósseis de árvores encontrados nas minas de carvão? Se sabemos que o carvão vem da turfa, que por sua vez tem estado submersa debaixo do oceano, isso significa que estas árvores fossilizadas que estão passando através de várias camadas de rocha e carvão, teriam que ter crescido no oceano por milhões de anos.

É bem sabido que estas árvores não podem sobreviver por muito tempo na água salgada – elas se deterioram no máximo em duas décadas. Não restam dúvidas que isso significa um problema e tanto para a teoria da evolução. Esses “caldeirões” são algumas das provas que a Terra não é tão velha quanto os bilhões de anos sugeridos.



Peter & Paul Lalonde

Carlos Carvalho

terça-feira, 6 de agosto de 2013


Cientistas que creem ou não em Deus
Lançando a verdade sobre certas pesquisas de opinião


Em 1916, cientistas diligentes foram inquiridos sobre se acreditavam em Deus, especificamente num Deus que se comunica com a humanidade e a quem se possa orar “na expectativa de receber uma resposta”. Os deístas não acreditam num Deus segundo essa definição. Os resultados ficaram famosos: grosso modo, 40% acreditavam neste tipo de Deus, 40% não acreditavam e 20% não tinham certeza.

Utilizando-se dessa mesma pergunta, a pesquisa foi repetida em 1977 e resultou quase exatamente no mesmo padrão, com um leve aumento dos que não acreditavam (chegando a 45%). O número dos que acreditavam em Deus permaneceu estável, em torno de 40%. Esses resultados, normalmente, podem ser interpretados de todos os modos.

Os ateus tendem a interpretá-los dizendo: “a maioria dos cientistas não crê em Deus”. Não é tão simples. Poderiam ser igualmente afirmados como “a maioria dos cientistas não descrê em Deus”, visto que 55% creem em Deus ou são agnósticos. É preciso, no entanto, ter duas coisas em mente:

A Primeira é que James Leuba, que conduziu a pesquisa original em 1916, previu que o número de cientistas que não creem em Deus aumentaria significativamente com o passar do tempo, como resultado da melhoria da educação. Houve um pequeno aumento no número do que não creem e uma diminuição correspondente dos agnósticos – mas nenhuma redução significativa daqueles que creem.

E a Segunda é que se deve enfatizar mais uma vez que a pergunta dirigida foi muito específica, isto é, se os pesquisados acreditavam num Deus pessoal de quem se esperaria uma resposta de oração. Isso exclui todos aqueles – como o cosmólogo Paul Davies – que acreditam em algum tipo de divindade ou princípio espiritual supremo indicado por evidências.

Se a pergunta tivesse sido feita em termos mais genéricos, poderíamos esperar uma resposta positiva maior em ambas as enquetes. A natureza específica da pergunta é em geral negligenciada por aqueles que analisam os dois resultados, de 1916 e 1977.

Fonte:

O Delírio de Dawkins. Alister McGrath & Joanna McGrath. Mundo Cristão, 2007, p.59-61.

quarta-feira, 31 de julho de 2013


Uma Floresta Fossilizada em 15 Anos

O Parque Nacional Yellowstone contém uma interessante coleção de fósseis conhecida como floresta fóssil. Por anos, evolucionistas têm usado essa floresta fóssil como evidência de uma Terra bem velha. Ela parece como se camadas de florestas tivessem se fossilizado umas sobre as outras. No Specimen Ridge existem vinte e sete camadas, e no Specimen Creek existem cerca de cinquenta.

Aparentemente, isso teria requerido longos períodos de tempo para que cada floresta crescesse até a maturidade, fosse destruída, outra floresta crescesse até a maturidade, fosse destruída, outra crescesse até a maturidade, fosse destruída e assim por diante. Algumas árvores petrificadas possuem até 400 anéis. É assumido que a sequência completa exigiu, no mínimo, alguns milhares de anos.

Porém, observações dos eventos que se sucederam à erupção do vulcão Santa Helena, em 1980, podem explicar a floresta fossilizada em um período de tempo extremamente menor. Durante a erupção vulcânica, uma floresta inteira foi arrancada de um dos lados do vulcão, junto com vastas quantidades de solo. Cerca de um milhão de pinheiros foram arrancados do chão, indo para no lago chamado Spirit Lake.

Com o tempo, essas árvores começaram a se encher de água e afundaram. Em muitos casos a extremidade mais pesada dos afilados troncos afundou primeiro. O que se observou é que muitos dos troncos, na verdade, afundaram verticalmente. Ao mesmo tempo, diferentes camadas de sedimento foram depositadas junto com as cinzas vulcânicas, que algumas vezes continham óxido de cálcio, formando um tipo de cimento.

Outras camadas haviam sido criadas das cascas de árvores, as quais formaram turfa[i]. Assim sendo, o que se vê no fundo do Spirit Lake são camadas de troncos na vertical e na horizontal, camadas de solo, cinzas e turfa vulcânicas, fazendo o lago parecer com as florestas fossilizadas de Yellowstone. O mais importante é que os resultados do desastre do monte Santa Helena têm cerca de 15 anos (isso em 1995), e não um “mínimo” de milhares de anos.

Carlos Carvalho

Referência

Peter & Paul Lalonde, “301 Provas e Profecias, mostrando que Deus existe”, Actual Edições, 1996, p.78-79.

Harold Coffin, “Mount St. Helens and Spirit Lake”, Origins, 10:1 (1983) págs. 9-17); Ariel Roth, “Ecosistemas incompletos”, Ciencia de los Orígenes, setembro a dezembro de 1995, págs. 11-13.



[i] Turfa. Material de origem vegetal, parcialmente decomposto, encontrado em camadas, geralmente em regiões pantanosas e também sob montanhas.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Plantas poderiam sobreviver após o dilúvio bíblico?

Se a Terra foi coberta de água durante o dilúvio da época de Noé, como é que as plantas conseguiriam sobreviver a isso?

Um cientista chamado George F. Howe pôs-se a resolver esse problema realizando uma série de experiências através das quais testou a capacidade das sementes das plantas sobreviverem debaixo d’água.

Sementes de várias frutas e flores foram submersas em água, tento doce como salgada, por até 140 dias. Seus achados demonstraram que a maioria das sementes tratadas de tal maneira ainda conseguiu germinar e crescer depois que a água foi removida.

O registro fóssil mostra muitos exemplos de plantas que viveram no passado, mas que não podem ser encontradas hoje em dia. Isto é consistente com a descoberta de Howe de que algumas das plantas foram, de fato, incapazes de sobreviver à rigidez de um dilúvio, enquanto outras conseguiram.

Quando verificamos todas as evidências de diversas fontes, não somente as da biologia, da astronomia ou da geologia, mas consideramos toda a produção do conhecimento de todas as ciências juntas, incluindo arqueologia, sociologia, antropologia e analisamos o conjunto completo das evidências, fica muito difícil argumentar a favor da evolução ou do ateísmo evolucionista.

Isso porque quando se verifica apenas uma parte pequena do todo não se pode compreender claramente aquilo com o que se está lidando, mas quando alargamos um pouco mais nossa visão ou cosmovisão e ampliamos nosso escopo de conhecimentos, podemos inferir melhor e de diversas óticas o que observamos.

“E a pomba voltou a ele à tarde; e eis, arrancada, uma folha de oliveira no seu bico; e conheceu Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra.”
Gênesis 8.11

Carlos Carvalho


Dr. George F. Howe obteve seu doutorado em Botânica pela Universidade Estadual de Ohio, em 1959. Desde então, ele tem ensinado biologia e botânica (Westmont College, Santa Barbara, CA e Escola do Mestre, Newhall, CA) e envolvido em pesquisas botânicas, incluindo o estudo da fotossíntese nas folhas das plantas com flores.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Uma Terra Subaquática

“Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez.”
Gênesis 1.7

“Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus e bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus.”
2 Pedro 3.5


Estas duas porções bíblicas chamam a atenção por suas declarações certeiras, em um tempo onde não se possuía um conhecimento acurado das ciências geológicas como se tem hoje, e atestam a existência de um planeta subaquático num período bem antigo.

Muitas das rochas que estão debaixo de nossos pés são conhecidas como rochas sedimentares. Isto significa que elas foram originalmente depositadas sob a água, e quando a água finalmente desapareceu, o sedimento secou, endureceu e se tornou rocha.

Cerca de 85% da superfície rochosa em todo o mundo é feita de rocha sedimentar, indicando que em algum período no passado, o mundo esteve coberto por água. Isto é tão verídico que fósseis marinhos têm sido descobertos até mesmo nos picos das montanhas mais altas.

Pense nisso e tire suas próprias conclusões!

Carlos Carvalho


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Existem 60 bilhões de planetas habitáveis na Via Láctea - Fato ou Suposição?


Existem 60 bilhões de planetas habitáveis na Via Láctea
Fato ou Suposição?

Um recém-concluído estudo, publicado na revista científica “Astrophysical Journal Letters”, aponta que talvez existam nada mais nada menos do que 60 bilhões de planetas habitáveis orbitando estrelas anãs vermelhas em toda a Via Láctea.
Anteriormente, acreditava-se que da chamada zona habitável dessas estrelas possuía metade de planetas em condições de abrigar vida. Para efeitos de comparação, é como se, para cada ser humano que habita nossa Terra, houvesse 8,5 planetas potencialmente habitáveis soltos por aí.
O motivo para essa atualização do cálculo foi a reavaliação feita pela equipe de cientistas dos limites das zonas habitáveis ​em torno das anãs vermelhas. Essas estrelas são menores e mais fracas do que o sol e possuem temperaturas relativamente baixas na sua superfície.
Com base em simulações do comportamento das nuvens sobre os planetas extrassolares, anteriormente ignoradas nos cálculos, a equipe de astrofísicos descobriu novos parâmetros para a definição dos limites de uma zona habitável em torno das já mencionadas estrelas anãs vermelhas.
A equação para o cálculo da zona habitável de planetas alienígenas mantém-se a mesma há décadas. No entanto, essa fórmula não levava em consideração as nuvens, que exercem uma grande influência climática. O pesquisador Dorian Abbot, da Universidade de Chicago (EUA), explica como o comportamento das nuvens acaba expandindo consideravelmente o tamanho dessas zonas.
“As nuvens causam tanto aquecimento quanto resfriamento na Terra. Elas refletem a luz solar para esfriar o ambiente e absorvem a radiação infravermelha da superfície para esquentá-lo por meio do efeito estufa”. Abbot conclui: “Esse esquema é parte do que mantém o planeta quente o suficiente para abrigar vida”.
Portanto, ao invés de um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de cada estrela anã vermelha, na realidade existem aproximadamente dois. Isto significa que existem cerca de 60 bilhões de planetas habitáveis ​​que orbitam anãs vermelhas na Via Láctea.
Planetas de órbitas tão curtas acabariam por se tornar presos ao seu sol devido à gravidade. Outro detalhe é que esses planetas manteriam sempre o mesmo lado voltado para o sol, como a lua faz em direção à Terra. Nesses locais, o sol ficaria sempre a pino, como se fosse eternamente meio-dia.
Fico a imaginar a quantidade de dinheiro gasto em “pesquisas” e “estudos” como esses e percebo o quanto o homem sem direção ou sentido de propósito pode ser levado e pode encaminhar a muitos. A quantidade de suposições da “pesquisa” chega a ser absurda se compararmos com o grau de “certezas” que se exige de um cientista criacionista.
Não existe essa quantidade de planetas habitáveis, não são habitáveis os que existem, não há vida por lá, continuamos sem provas, a Terra ainda é a única com vida, mas por incrível que pareça, pessoas ganham dinheiro para publicar estas coisas e o pior, são chamados por nós de “cientistas”.
Minha intenção não é criticar todo o tipo de pesquisa ou estudo que apareça e seja aparentemente incompatível com minha cosmovisão criacionista, mas no afã de provar a evolução e seus postulados, algumas instituições e pesquisadores levam ao extremo sua teimosia disfarçada de ciência.

Carlos Carvalho


Fonte: HypeScience